Pular para o conteúdo

Frase de Paulo Del Ribeiro

O CÉU DA MINHA INFÂNCIA Quando criança eu morava no colo de uma serra no sul de Minas Gerais. Lembro-me bem das tardes de céu aberto, cheio de nuvens e cores lá no topo da serra, com tons dourados e alaranjados, tão digno das tintas de um pintor. Meus irmãos e irmãs, primos, primas, tias e tios, todos reunidos no alpendre da casa de meus avôs, sentados num grande e comprido banco de madeira, olhando para cima e admirando aquele céu mágico, feito tela de TV que nem imaginávamos que existia. Como se começasse a sessão de um filme, o céu aos poucos deixava mover as nuvens formando estranhas figuras, figuras de animais, de pessoas e de coisas que tirávamos do fundo da imaginação. Era um encanto quando conseguíamos descobrir uma imagem no céu. E mais encantado ainda ficávamos quando conseguíamos dos outros o espanto repentino: “Nossa é mesmo!”, “Olha lá, estou vendo também!”. “Veja, estou vendo um cavalo enorme! (apontando com o dedo) Olhe cabeça dele lá!” Aquele céu era mesmo pra gente como um enorme aparelho de televisão, a qual nem imaginávamos que já haviam inventado. O céu da minha infância foi a primeira televisão que assisti!

Paulo Del Ribeiro

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Paulo Del Ribeiro

O mais belo de todos os milagres é morrer de amor e ressuscitar dele sabendo que estamos vivos para viver tudo de novo.
“Não existe vento, tempestade e nem borrasca que me faça deixar de erguer a minha âncora, de içar a minha vela e de navegar o meu mar. Mesmo que para isso eu tenha que mudar a minha rota, virar e forjar o ponteiro da minha bússola rumo ao meu arco-íris, para que com o pincel da m…
Continuar lendo

“Não existe vento, tempestade e nem borrasca que me faça deixar de erguer a minha âncora, de içar a minha vela e de navegar o meu mar. Mesmo que para isso eu tenha que mudar a minha rota, virar e forjar o ponteiro da minha bússola rumo ao meu arco-íris, para que com o pincel da minha imaginação eu mesmo possa mudar as suas cores por aquelas que me fazem sentir que a vida vale à pena e que ela sempre será da cor que eu pintar.”

Quem dera tudo passasse, o que eu falei nada falasse que ao invés de partir você ficasse
Continuar lendo

Quem dera tudo passasse, o que eu falei nada falasse que ao invés de partir você ficasse que o perdão sinceramente perdoasse, o desprezo se considerasse, a dor acalmasse, o vazio transbordasse, como era antes continuasse, o erro se concertasse, com outros olhos você me olhasse, o amor que eu lhe disse você amasse, ou pelo menos a amizade, por fim, nunca terminasse.