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Frase de Axel Galvão

⁠O caminho da felicidade Ulisses em Ítaca é um pessoa feliz, uma pessoa completa. Uma pessoa realizada. Casado com Penélope, ele não precisava de nada. Estava cheio de contentamento. Temos que ir em busca dessa vida. Não podemos ser Ulisses preso em Ogígia, junto com a deusa Calipso. Nessa ilha, Ulisses era triste e incompleto. Se lá "estivermos", temos que lutar para sair; sair em busca da nossa Ítaca, da nossa felicidade. Não podemos desistir da busca; não podemos desistir de ser feliz. Sermos grato pela vida, pelas pessoas com quem nos relacionamos e as que nos cercam e nos querem bem. Grato pelas oportunidades e feliz pelo momento de poder acordar e saber que mais um dia chegou e temos a oportunidade de recomeçar. O escritor Clóvis de Barros cita em suas palestras a seguinte frase: "Maré mareia, o sapo sapeia, o vento venta e assim é o universo, seguindo um plano e um curso". Quando insatisfeito, Ulisses diz para Calypso: "é preferível uma vida de mortal, como ser humano em um lugar certo, que uma vida imortal de deus no lugar errado". Existe um lugar para você. Um lugar ao qual você pertence; um lugar que a felicidade consiste em você estar presente ali. Um lugar onde a pessoa certa é aquela que te completa. Te faz sentir única e especial.

Axel Galvão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Axel Galvão

⁠Sofremos da síndrome de Estocolmo.Todo santo dia nos apaixonamos por nossos molestadores. Vejo as pessoas pagando tributos altíssimos para manter o padrão de vida de 64.024 políticos no país. Pessoas que se amontoam para caber em um ônibus precário para irem trabalhar, algumas p…
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⁠Sofremos da síndrome de Estocolmo.Todo santo dia nos apaixonamos por nossos molestadores. Vejo as pessoas pagando tributos altíssimos para manter o padrão de vida de 64.024 políticos no país. Pessoas que se amontoam para caber em um ônibus precário para irem trabalhar, algumas penduradas na porta. Se amontoam em estádios de futebol para torcer para o seu time; se amontoam em sambódromo durante o carnaval, mas não se organizam para cobrar os representantes eleitos. Tirando o exemplo a minha classe profissional, a fotinha do "Double bíceps" está tinindo no Instagram, mas pergunta quanto o representante do conselho gastou do seu dinheiro de anuidade? O que dispõe o código de ética da profissão? Ninguém sabe. Vivemos na "nova Roma antiga", da política do pão e circo. Pessoas no geral que trabalham muito os músculos, seja trabalhando ou treinando na academia, mas treinam muito pouco o bom senso, a proporcionalidade e o cérebro. Parafraseando Cazuza, na música o tempo não para: "Dias sim, dias não. Eu vou sobrevivendo sem um arranhão. Da caridade de quem me detesta".No brain no gain, e assim seguimos levando a vida na barriga. Seria cômico se não fosse trágico.

⁠A metáfora do humano animal ferido O animal quando assutado, acoado e ferido, foge loucamente em busca de um lugar seguro para se proteger. Foge da maneira que pode. Se arrasta, manca, manca, manca, manca...
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⁠A metáfora do humano animal ferido O animal quando assutado, acoado e ferido, foge loucamente em busca de um lugar seguro para se proteger. Foge da maneira que pode. Se arrasta, manca, manca, manca, manca... Se desloca até o mais longe e isolado possível, lá chegando, se encolhe em um canto e lambe a ferida com a finalidade de estancar o sangramento e lá aguenta suas dores. Resmunga, chora, grunhe, lamenta sua má sorte. Após isso, se encolhe em uma bola de pelos e lá permanece. Após alguns dias sem comer ou beber água, esboça os primeiros passos de um recomeço. Anda com dificuldade atrás do que comer e beber. Magro e fraco, sobrevive como pode. Assim se reergue, até que surja novamente outro "humano" que o maltrate novamente e torne esse processo um ciclo. A questão é que isso não é só com com os animais. Nós humanos também somos assim. Lambemos nossas feridas, aguentamos nossas dores, nós isolamos e choramos, emagrecendo e recomeçamos, até que permitamos que outros venham e nos maltratem novamente até aprendermos a saber qual o nosso valor, nosso território, nosso lugar. O humano também tem sua semelhança animal. Estamos todos aprendendo a viver na selva urbana.