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Frase de Poeta e Filósofo Brasileiro Sidarta Martins

⁠Inutilidade, ou a burrice das guerras Mãos, pés, dedos, cabeça, tronco e membros Amarrados, inúteis, incapacitados! Apenas o pensar ainda livre [jamais poderão amordaçar meu pensar] Apenas meu pensar, ainda livre, voa, reclama, conclama Dentro de um espaço finito, meu pensar infinito [indomável] se debate - Como é possível tanta insensatez? Como é possível a escuridão vencer a luz [a luz é, a escuridão apenas sua negação] A escuridão [deles] é pequena, mediante o cintilar da menor das estrelas - E são trilhões de estrelas cintilantes, nos indicando o caminho Basta olharmos para o alto A escuridão [deles] está no chão, o alimento [deles] é terra arrasada A nossa energia [dos homens de boa vontade] emana do alto Fonte cristalina, eterna, divina Unidos, olhemos para o alto, renovemos nossas energias A cada novo dia, renovemos nossas energias Depois dessa noite tão escura que se abateu sobre nós Já vem [avançada] a aurora, nos indicando um novo dia Nos apossemos dessa nova aurora e façamos valer a luz Penetrando [rasgando] essa escuridão A luz depende de nós, de cada um de nós e de todos nós.

Poeta e Filósofo Brasileiro Sidarta Martins

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Pensador.com

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⁠O Sol (Poeta e Filósofo Brasileiro Sidarta Martins) Sempre a olhar A chuva a molhar A rua que encalha A vida que malha O homem que falha... O homem que vive No fio da navalha Se molda e se talha Ao pé da fornalha Aquece e escurece A calha, que falha Co’a chuva que encalha A vida sofrida Dos homens! Dos homens sem nome Que buscam, rebuscam Enganam e se enganam Ofuscam-se ao sol Ao sol que olha A chuva Que molha A rua que encalha Encalha e atrapalha A vida dos homens Dos homens sem nomes Que buscam, rebuscam Que sofrem e talham Ao fio da navalha A labuta diária E a própria mortalha.