Frase de Lucileide Flausino Barbosa
Quando morre um coração Quando morre um coração, o silêncio se agiganta, uma melodia se desfaz, e o tempo perde sua dança. Os passos vacilam na estrada, como se o chão não mais existisse, e o céu, que antes era abrigo, parece agora um vazio que insiste. Quando morre um coração, não é só o peito que sente, é a alma que se desfaz em pedaços de um presente ausente. Os sonhos se tornam memória, as palavras viram eco perdido, e no vazio que sobra da história, fica o adeus jamais esquecido. Mas há vida no rastro da dor, como sementes em terra rasgada. Pois mesmo morto, o coração faz florescer em nós sua jornada. E assim, entre lágrimas e fé, erguemos o que restou de esperança, pois no luto, há sempre um renascer, um novo ritmo, uma nova dança.
No pensador.ai desde