Pular para o conteúdo

Frase de Igina Von Polanyi

Se eu te falar que estou certa da onde vou, certa qual caminho seguir. Não acredite. Minhas palavras nunca foram tão incertas. Eu não confio em mim, todos os dias são dias esquisitos pra mim.Nada faz sentindo. Quando deito a cabeça no meu travesseiro, parece que tudo vem de vez. Preciso de alguém, mas ao mesmo tempo preciso ficar sozinha.Preciso do calor de um abraço, mas ao mesmo tempo preciso só ficar solitária num canto gelado.Não me reconheço mais, estou sofrendo cada dia mais com tudo isso. Namoral, você faz falta. Eu poderia ter todos os motivos do mundo pra não te ter mais. Mas na verdade só me escondo pra vê se alguém se importa comigo. Ninguém nunca me completou como você me completa. Nem as palavras mais bonitas descreveriam aquela imagem. A verdade é que eu sinto sua falta e nada no mundo vai mudar isso. Eu sinto sua falta como se você fizesse parte de mim, uma parte vital pra mim.Sem você eu sou apenas uma menina inútil que não serve pra nada. Às vezes sei lá, eu sinto que eu preciso de alguém de verdade.Que se importe realmente comigo.Que esteja ali sempre comigo, nos momentos perfeitos e imperfeitos.

Igina Von Polanyi

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Igina Von Polanyi

Sua tola. Você só faz coisa errada. Ate quando encontra alguém especial e que realmente se importa om você, você é capaz de jogar fora. Você e perdida, livre de expectativas. Não adianta Senhorita Caso Perdido. O idiota que inventou a frase “os opostos se atraem” só podia tá muit…
Continuar lendo

Sua tola. Você só faz coisa errada. Ate quando encontra alguém especial e que realmente se importa om você, você é capaz de jogar fora. Você e perdida, livre de expectativas. Não adianta Senhorita Caso Perdido. O idiota que inventou a frase “os opostos se atraem” só podia tá muito bêbado mesmo. Ou se referir apenas aos polos. Seres humanos são complicados, cheios de porquês e de reticencias. Cheios de si que esquecem aos outros. Egoístas, impacientes e cabeças duras. Você é igual. Igualzinha como todos eles. Incapaz. Fraca. Atordoada. Incapaz de enxergar o perfeito a um palmo do seu nariz. Tens muito a evoluir minha cara criança.

Nossa musica nunca mais tocou. Aquele abraço nunca mais rolou. O meu colo ainda espero em ti e ainda tenho medo de me sentir assim. Aquela velha nostalgia me encontra e me faz querer chorar. Você me falou pra não me preocupar. Que era uma coisa besta. Pena que suas palavras briga…
Continuar lendo

Nossa musica nunca mais tocou. Aquele abraço nunca mais rolou. O meu colo ainda espero em ti e ainda tenho medo de me sentir assim. Aquela velha nostalgia me encontra e me faz querer chorar. Você me falou pra não me preocupar. Que era uma coisa besta. Pena que suas palavras brigam com meus sentimentos. Sei que quando nossas íris se encontram, elas contam historias. Elas ficam felizes em relembrar aquela cena. Você sentado na janela, fumando mais um cigarro enquanto eu deitada materializava o futuro perfeito, com muitas xícaras de café e um cachorro grande. Mas aí, você se transforma. Vira as costas e não quer mais saber. Dói. Dói por ser tão perfeito. Nove meses para ser feliz. Nove meses para parar com essa mania de sofrer. Sinto-me como uma aprendiza. Uma criança que não sabe de nada e com medo do futuro. E você como um professor as vezes sem paciência. Lamento não te dar as maçãs. Eu te encontrei e quis duvidar da possível razão de ser feliz. Mas quem imaginaria? Me tira daqui, me leva pra longe e diz mais uma vez que o amor ainda existe. Que todo aquele rímel borrado não voltará. E que as flores colhidas do jardim serão para coroar uma rainha. Certeza? Nenhuma. Vontade? Muita. Amor? É o que não falta. Eu só espero ansiosa o dia que vou ser coroada rainha de mim.

Ela apertou o botão vermelho do celular e se segurou. Já não sabia mais de nada. Tudo o que ela queria era um ombro amigo e uma xicara de café bem forte. Quem sabe assim algo se concretizava. Catou sua bolsa e seu casaco, querendo que aquele calor fosse outro. Saiu. A cada passo…
Continuar lendo

Ela apertou o botão vermelho do celular e se segurou. Já não sabia mais de nada. Tudo o que ela queria era um ombro amigo e uma xicara de café bem forte. Quem sabe assim algo se concretizava. Catou sua bolsa e seu casaco, querendo que aquele calor fosse outro. Saiu. A cada passo era uma tormenta. O vento a empurrava para traz dizendo: “volte minha pequena, lá é mais seguro.” Ela ignorou e seguiu adiante. Empurrou todos os sentimentos guela abaixo. Deve ter empurrado os sentidos também, pois não viu quando o carro passou por ela. E agora as únicas flores que tinha não do namorado que tanto implorou, mas sim das pessoas que tanto velava a pobre menina.

É inútil. Não gaste saliva com ele. Ele já tampou os ouvidos. Tudo que ele vê agora é só um borrão cinza rastejando em um arado de amargura. Não tentes provocar, não haja sem pensar. Isso parece mais uma guerra do que amor. Mas, ainda assim todos os canhões estão mirando no alvo…
Continuar lendo

É inútil. Não gaste saliva com ele. Ele já tampou os ouvidos. Tudo que ele vê agora é só um borrão cinza rastejando em um arado de amargura. Não tentes provocar, não haja sem pensar. Isso parece mais uma guerra do que amor. Mas, ainda assim todos os canhões estão mirando no alvo errado. Pinte de vermelho seu coração e quem sabe ele descubra-o. ~Von Polanyi