Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
IDENTIDADE (soneto) Não sou assim nem assado, sou! É o que tenho no fado, por agora E, às vezes, tão poético vou afora Que eu nem chego a ser.… estou! Não sou isto ou aquilo! Eu vou! Todavia, tento fazer de toda hora Brandura, esquecendo o outrora E das dúvidas um agradável voo... Se acabou, passou, o que importa Quero abrir no estro outra porta E assim, então, eu decorro vendo... A vida, que é curta, na sua temporada Tento de estar igual em cada morada E, ao poeta os devaneios pra ir sendo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26/03/2020, 09’34” – Cerrado goiano
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde