Frase de Carlos de Castro
NA VARANDA Dois, na varanda. Duas cadeiras baloiçando Como a brisa esvoaçando Por entre macieiras sem fruto. Ouvia-se a bola chutada por um puto No sussurro da tarde triste Que mesmo magoada resiste Ao sonho do bem-amar O que não existe Na solidão dum olhar. Dois, na varanda, Duas cadeiras baloiçando... Era só eu, num sonho que manda E a nostalgia do vento brando. (Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 21-09-2022)
No pensador.ai desde