Frase de André Victor Barreto de aguiar
Em cárceres sombrios, tristes celas frias, O tempo passa lento, doloroso enfim, Cada grilhão nos sonhos nos prendia, E a liberdade, um vislumbre longínquo assim. Cercados estamos, aprisionados na dor, Entre grades de ferro, muros de concreto, Os dias se arrastam, sem luz, sem fulgor, A alma aprisionada, clamando por um afeto. Mas na mente ainda há jardins em flor, E a esperança sussurra em nossa cela, Transformando a prisão em um novo valor. Ainda que encarcerados, buscamos saída, Criando asas de sonhos, voando em poesia, A liberdade em versos, em cada palavra tecida. Em cada verso, a fuga se faz verdadeira, A poesia transcende as grades e cerca, E no voo das palavras, a alma se liberta.
André Victor Barreto de aguiar
No pensador.ai desde