Frase de Madam Avizza
Luz Oriunda Ei, Para no agora, É ela quem vai recitar! Eu sei, É tanto pesar, É mesmo tão óbvio, O fardo de se sentir O meu nome, É que tanto insiste em ecoar, E rouba mesmo sem titubear, a felicidade momentânea da sua memória, Cansou de estufar toda a sua glória, Enfim parou de tecer mais alguma lorota?!? Bate tanto na tua mente, O cansaço, eu sei Não é assim tão aparente, Mas, Sabe que o mais triste, Foi sacar que a moça ainda, Mente que nem sente, Sabe a Luz que cê achou, Que um dia estava a carregar? Sinto muito em te informar, Sabe toda essa dor, Que te devora o pensar, Que te sacode, Que tu não sabe se explode?? Que não se cansa de fazer sangrar? É a matança dessa, Desvairada palhaçada, Que de ti eu cansei, Um dia de tanto escutar, É, meu caro, Chegou a hora, E fazer o que? Será que você vai saber? Compreender? Que esta na hora de, Finalmente me esquecer, Chegou a hora de se despedir, Pare de gritar, É a hora do desligar, Melhor tu se conscientizar, Ela, Nunca vai cessar, Desista de tentar, Desesperadamente a estancar, Deixa que tudo se vá, Deixa, O teu querer em a querer amar, Deixa de vez, Ela seguir o caminho dela, Ela quer saber de triunfar, Ela já disse, Já não quer mais te amar, Recobre o teu juízo, Deixe de vez o teu coração buscar a paz e por toda a eternidade descansar. Poema de Madam Avizza em 09/08/2020 as 17:01 na cidade de Santos
No pensador.ai desde