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Frase de SuéLen C. Cruise

Conto de um acaso casal. Ela disse que realmente não poderia responder. Que aquele momento era a única certeza sua e nada mais. Aquelas horas que pareciam tão gritantes, apavoradas e nos olhavam com cara de despretensiosas fugiam por entre nós dois. Eu até quis saber se haveria futuro, mas quem se importa com alguma coisa além do que aquela sintonia? Enquanto pensava em abrir a boca e dizer algo mais, a minha cabeça girava e se agarrava em tanta coisa junta, tanta informação mas a menina nem ligava. Eu sentia o perfume doce que corria suave na ponta da língua, fechava os olhos e via muito mais do que eu já havia visto. O grito dos meninos a nossa volta, e a música ridiculamente alta tentavam me separar da novidade de vida. Quando eu recordo de tudo o que se foi,eu sei que o momento sublime do encontro foi todo preservado na sua melhor forma. Agora que eu me lembro, quero morrer pois foi ela quem me procurou! Como eu pude? Os “espertões” que se danem, mas qual é o sinal paranormal, mediúnico ou subliminar que é recebido quando se encontra o paraíso? Deve ser algum pó de alucinação ou será que algum ser celeste-infernal grita na tua orelha dizendo: -Se mexe, monte! É ela! Não sei se anjo grita, mas enfim, morreu esse assunto. Eu já havia visto a menina anteriormente, mas a psicose de “pessoa perfeita” trava o nosso raciocínio e não se desenvolve nenhuma opção de entrega, nenhum plano de caça ou um de fuga, que seja. A única conclusão que tive é que eu iria embora ao ver que ela desapareceu da minha vista. No dia que a encontrei pela primeira vez, ela entrou pela porta e a vi de costas rapidamente. Quando voltei aos meus pensamentos, ela se virou e me disse um oi rápido, um oi pra todo mundo. O dia todo se passou e tudo ficou consequentemente correto e sem graça. A noite, por um milagre, ela voltou para uma segunda chance de raciocínio meu. Fui oficialmente apresentado e eu não sabia se estava mais calmo ou se não entedia mais nada, aquele cheiro doce, docinho, e ela ainda brilhava, usava uns enfeites sei que coisa da minha imaginação não era. Algumas palavras eu falei, mais concordava do que falava. Era tanta gente em cima da menina, mas eu não entendia o seu interesse por mim. Saí do meu lugar estratégico e ela se foi, desapareceu. Outra vez. Se eu já não havia planejado nada antes, agora a minha falência estava decretada. Enterrei-me nas minhas opções e as suportei sem resignação. -O que você está fazendo? E o Céu se abriu. Eu estava miseravelmente perdido no celular quando eu recebi a minha terceira oportunidade. Conversamos meia dúzia de palavras quando ela chegou perto,a ponto de eu enlouquecer e disse: -Você não tem nada mais interessante pra fazer? E eu tinha? O que eu poderia ter feito eu não fiz e bravamente falei a coisa mais absurda que poderia dizer: -Não. Se fosse comigo, se eu fosse ela, dava risada e saía com um andar bem prevalecido ,ou então, se eu tivesse paciência e mais uma vontade gênia, faria o que ela fez: Ela me beijou.

SuéLen C. Cruise

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pra quem é mistério não instigo a conhecer... a sensação de adeus nos olhos de quem se adora. Um emudecimento questiona- Você vai voltar? Um vazio se antecipa antes que vá embora

Utopia em felicidade Mesmo que eu não encontre a felicidade,ainda saberei que ela existe.Deve haver alguém sendo feliz por ai. Essa é a graça e a desgraça da vida,meus caros:acostume-se com a idéia de que a felicidade é só um traje da alegria,ou uma promessa dos planos.
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Utopia em felicidade Mesmo que eu não encontre a felicidade,ainda saberei que ela existe.Deve haver alguém sendo feliz por ai. Essa é a graça e a desgraça da vida,meus caros:acostume-se com a idéia de que a felicidade é só um traje da alegria,ou uma promessa dos planos. O que vivemos é a busca por ela.Vivemos de caças,alvos e "amanhãs". Encontrar a felicidade seria parar de buscá-la,e isso sim não faria sentido algum. Uma boa busca a todos nós!

Custo de escolha, regresso habitual. Voltar... Largão a mão da caneta para aprender a apagar
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Custo de escolha, regresso habitual. Voltar... Largão a mão da caneta para aprender a apagar Lamber em suma a ferida que se fez por gostar Sentir o tempo perdido, cruel a te encarar Veja que o eterno, não se mudou O sublime parece ser intocável E o mal relativo, bem olhou Já o bem,figura irrevogável. Tão longe, para se perder de vista. Corridos passos em busca de tal “Artista” Vira o mundo Pisa até o fundo. Ao pensar em correr, toda alma te procura Oferecem rezas, preces e a tua cura Uma razão para você escolher? Ou um bom motivo para o deter? A turba surge insana propondo tua salvação Engole as pressas,queima a boca,parece escape de tentação A salvação está onde deveria estar. Quanto ao coração, é seu ou já podem levar? Um brinde aos santos, aos profanos Aos sinceros, em pé ou caídos. Um viva aos achados, aos perdidos. Quem busca, encontra os cantos ou os espantos. Alcance a verdade, seja por bem ou mal Toque as nuances da sinceridade Saboreie sua fé, reencontre o essencial. Livre arbítrio concedido, se a busca for por felicidade. A verdade jamais será pura se o invade Se sua paz mascarada grita por autoridade Derrube o falso paraíso interno E o mande para o inferno Inferno e céu do dia-a-dia, passados como sem perfeição A alegria já vem armada de decepção Não troque a alma por uma incerta razão Arrebenta de felicidade, desapega do talvez vilão. Contraditório é contar os passos e voltar Desfazendo o regredir pelo regressar Tudo o que passaria, você escolheu, já sabia Não corra tão longe que não saiba retornar Apanhe o mapa, feche os olhos e vá se entregar Esquece o atalho Se dê ao trabalho Viver é voltar.