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Frase de Gabriel Henrique Peixe

SOMENTE UM DIA TRISTE Queria ser em dias assim Feito os pássaros que decoram o céu, E na imensidão se perdem por querer, Na esperança de fugir dos dias gélidos Que condensarão sobre a vida. Queria que em dias assim O peso do fardo da vida cessasse, E que meu ávido olhar ressurgisse Posterior ao pranto que transpira os olhos, Fazendo que a minh’alma acordasse. Queria em dias assim O alento mais simples possível, Um olhar no qual poderia fixar o meu, Para que meus átrios suscitassem mais belos, E me desfazer do que pereceu. Mas em dias assim Quando o caos enfraquece a mente, É que a alma se encontra mais forte, E que não há como temer a sorte Quando sei que amanhã, outro dia virá novamente. E no amanhecer nasce a alegria!

Gabriel Henrique Peixe

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Pensador.com

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O que é o amor? O amor, antes de tudo é liberdade, É como um pássaro que insiste em bater asa,
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O que é o amor? O amor, antes de tudo é liberdade, É como um pássaro que insiste em bater asa, É caminhar na contramão da diversidade, E dentre mil escolhas, decidir voltar pra casa. O amor é enxergar ao chegar o defeito É compreender com prazer a qualidade, É descobrir um mundo perfeito, Na imperfeição daquela realidade. O amor é a calmaria em alto mar, A maré que se vai e reaparece, Amar é esperar alma se acalmar, É a paciência que o coração nos oferece. É a decoração mais linda e deslumbrante, São as luzes que iluminam o anoitecer, É a canção mais atraente e radiante, É o primórdio de um futuro amanhecer, Mas... O amor... Não existe, Não é natural feito às águas e os vulcões, Ele é cultivado por dois corações, É cuidado com magia e serenidade, É a unção da junção na equidade, O amor é o que somos, e o que fomos, É o que vemos e o que cremos, É o que ouvimos e falamos, O amor é um grito quase sem voz, O amor... O amor somos nós!

ATO Trêmula, minha respiração se eleva, Feito preces que ao céu se vão
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ATO Trêmula, minha respiração se eleva, Feito preces que ao céu se vão Sinto o pulsar do meu coração Pela calmaria que teu mar me leva. Translúcido coro meu rosto Ao ver o sorriso tímido, teu, Tambores batem o peito meu Enquanto imagino o amanhã de meu gosto Atravesso o olhar do horizonte a ti Por ventura teus olhos se encontram aos meus Sinto a candura vinda de Deus Como se o mudo estivesse a sorrir Meus passos se deslocam à frente Feito a queda de incandescentes trovões Encurto a distância dos dois corações E quase tornam um só presente Um frio na barriga eu sinto, Como estar descendo a roda gigante Somos agora um som dissonante Silenciamos o mundo, que é labirinto, Do paraíso meu ser se entorpece Ao sentir o teu ser eu meu peito Faz descompasso em meu ar rarefeito Quando sussurro ao céu minha prece Juntamente atados feito nó Em seu ombro, minha cabeça, descanso, Nas incertezas da vida me lanço Na certeza que somos um só Somos então um perfeito laço Entrelaçados, mas apenas um só! Percebi então que nada é melhor, Que se entrelaçar em um abraço. E que não há como soltar o braço Quando o abraço te deixa maior!