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Frase de Augusto Matos

Investimento alimentar Alimentação saudável é sinônimo de saúde, parece óbvio mas é fato. A maior prova é a dieta mediterrânea... Quem busca a saúde do corpo deve necessariamente considerá-lo como mecanismo biológico regido por certos princípios, portanto, é sensato para um indivíduo alimentar-se adequadamente para que sejam prevenidas doenças e demais inconvenientes provenientes do mau funcionamento do organismo, com isso, evitar a possível necessidade de se recorrer a remédios que, devido às suas composições, causam efeitos colaterais, dependência e altíssimos lucros à indústria farmacêutica... Muitos alimentos saudáveis são palatáveis, saborosos e acessíveis para praticamente todas as classes sociais de quaisquer países, afinal, existem frutas, por exemplo, possíveis de serem extraídas da natureza, cultivadas domesticamente e também adquiridas por ótimos preços no comércio. Hábitos alimentares têm mais relação com a educação e a formação do indivíduo, do que com a classe social a qual pertence, nesse caso, as escolas desempenham papel crucial na influência alimentar do contingente de alunos sob suas responsabilidades, o que pode transcender a esfera escolar e gerar efeitos nos lares de proveniência dos alunos, num "efeito dominó". Países em desenvolvimento podem cuidar na escola da saúde da população jovem para que, num futuro, venha a ter uma população adulta menos dependente de hospitais e planos de saúde, cujas verbas de investimentos em saúde seriam mais eficazmente aplicadas na prevenção e menos no penoso ato de remediar, um popularmente conhecido "enxugar gelo"... Sugiro a inserção de disciplinas, nas grades curriculares nos ensinos fundamental e médio, que propiciem aos alunos conhecimentos sobre educação alimentar, além disso, tantas escolas poderiam dispor de hortas com finalidade pedagógica, que também poderiam servir às demandas das merendas por elas servidas. Dentre uma infinidade de possibilidades, citarei poucos mas efetivamente maravilhosos alimentos benéficos ao bom funcionamento orgânico humano e com baixo custo (ou custo zero se cultivados domesticamente, inclusive em vasos dependendo do caso): Babosa/Aloe Vera (um prodígio da natureza pelos benefícios proporcionados) Quinua (cereal andino que é outro prodígio da natureza) Pólen apícola (concentra todos os aminoácidos que o nosso organismo necessita) Mel Alho cru (ótimo para regular a pressão arterial, propicia vastos benefícios) Cebola crua (semelhante ao alho nos benefícios) Pimenta (termogênica, antioxidante potente e excelente para o aparelho circulatório) Farinha de linhaça (potencializa as propriedades da semente, rica em ômega 3, excelente para redução de colesterol) Soja Azeite de oliva (extraordinário óleo vegetal) Aveia (ótima, assim como os cereais em geral) Levedo de cerveja (depurativo do organismo) Café Cacau - Chocolate amargo (com elevado percentual de cacau, é um poderoso antioxidante) Alecrim Salsa Hortelã Erva cidreira Canela Gengibre Limão (torna o sangue mais alcalino) Banana (fruta perfeita aos esportistas, rica em potássio) Amendoim* (rico em vitamina E, ferro, magnésio, fósforo, selênio e zinco) *vide Paçoca mais adiante. Castanha do Pará (rica em selênio, poderoso antioxidante) Abacate Maçã Goiaba Manga Maracujá Acerola Bardana Inhame Batata doce Couve Brócolis Agrião Espinafre Ora pro nobis Ovo (alimento completo e rejuvenescedor. A albumina contida na clara é poderosa na construção das células e no ganho de massa muscular, especialmente em contexto de intensa atividade física, quando consumida antes de dormir e no desjejum) A lista poderia ser imensa... Vale uma ponderação moderadora, baseada no pensamento do renomado Antoine Lavoisier: "A diferença entre o remédio e o veneno está na dose", sendo assim, a justa medida (princípio consagrado pelos grandes pensadores gregos) é sabedoria. A ingestão de água, em abundante quantidade, mesmo não sendo alimento, é preponderante, diria fundamental para um bom funcionamento dos órgãos e do corpo como um todo. Portanto, é comprovado e evidente que a prevenção de doenças e uma boa saúde dependem mais do hábito alimentar saudável conciliado às atividades físicas (caminhadas não têm contraindicação e são acessíveis a todas as classes sociais, não há necessidade de gastos com academias), do que à ingestão de medicamentos e suplementos alimentares químicos sintéticos - embora alguns deles sejam recomendáveis e bastante necessários-, os benefícios podem repercutir poderosamente na população, que desoneraria o Sistema Único de Saúde (SUS) e deixaria de recorrer tanto aos sistemas público e privado de saúde, estabelecendo um círculo virtuoso que só contribui para uma efetiva qualidade de vida. Há de se considerar também o surgimento de um ramo da medicina, conhecido como "Medicina do Envelhecimento", que tem por objetivo propiciar um envelhecimento mais lento e menos impactante negativamente ao organismo, além de prevenir doenças, postergar seus surgimentos e/ou minimizar seus efeitos. Pratico ciclismo, e dou o exemplo, pois tenho cuidado ainda mais da alimentação e esta tem influenciado positivamente o meu desempenho, acarre tanto benefícios significativos além do âmbito da prática esportiva, pois minha saúde é invejável, aliás, desde a infância sempre tive alimentação mais natural e isso tornou-se hábito alimentar até a idade adulta. Citado o ciclismo, ressalto que participo de um grupo ciclístico de mountain bike e vale uma bem humorada e honrosa menção às lendárias paçoquinhas, que fazem parte da alimentação de alguns ciclistas nas pausas dos nossos passeios em trilhas. Por fim, faço uma contraposição reflexiva entre o exemplar cultivo de alimentos orgânicos e aquele à base de agrotóxicos. Melhor "cultivar" nossa saúde com menos intervenções químicas artificiais... A natureza é sábia, tem suas leis de equilíbrio e é prodigamente saudável na autossustentabilidade.

Augusto Matos

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Pensador.com

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Alea jacta est Fui perguntado sobre os riscos de se praticar ciclismo no trânsito de uma metrópole ou de alguma outra grande cidade. Calei-me. Pensei e respondi: — É muita gente normal dando vida a um trânsito anormal, o qual tantas vezes causa neuroses e tira vidas. Mas, que saída se tem? Se mudar para Amsterdã ou Copenhagen? Tais cidades, em certos contextos, têm mais bicicletas do que carros no trânsito... É possível ser cidadão do mundo, identificar-se com o que de bom há em cada hemisfério, continente, país, região. Mais ainda, pela fé cristã, temos cidadania celeste, não havemos de nos conformar com este mundo, mas lutarmos para não nos degradarmos nele. Nem que isso custe abstinências e/ou isolamentos. Nesse ideal, também somos reputados como ovelhas para o abatedouro, numa causa aparentemente perdida. Microdigressão: de onde foram extraídos, por exemplo, os personagens Capitão Nemo, de Julio Verne; Robinson Crusoé, de Daniel Defoe; Dom Quixote, de Cervantes; Príncipe Míchkin, de Dostoiévski? É preciso respirar fundo e tocar em frente, especialmente de bicicleta... Mas, respirar fundo, no sentido literal, implica interiorizar nos pulmões o ar impregnado de partículas poluidoras do ar, lançadas por carros, motos e ônibus, estes últimos ícones do transporte de massa, tido como solução plausível aos caóticos congestionamentos. Assim como existem fumantes passivos, há os inalantes passivos da poluição, sejam eles ciclistas, pedestres ou os próprios motoristas, estes últimos acabam dando "tiro nos pés"... A tecnologia da eletricidade para motores de carros, ônibus, trens, motos e bicicletas existe, já está bem desenvolvida, acompanhada da tecnologia do hidrogênio veicular. Até existem carros movidos a ar! Então, como podem ser lançadas diariamente na atmosfera toneladas de poluentes via escapamentos? Quero pedalar e respirar algo melhor! E depois, expirar, inspirar e transpirar mais saúde... Ou será que, para contrabalancear, terei que cuidar ainda mais da alimentação já repleta de antioxidantes e depurativos? Chega-se num ponto em que não basta alimentar-se de forma saudável, praticar uma sadia atividade física e dar uma parcela de contribuição ao desafogamento do trânsito. A lei do consumismo e do mercado, além de manter combustíveis fósseis sendo queimados, acresce mais veículos no trânsito a cada dia, as ruas e avenidas não se expandem na mesma proporção, ao passo que a lei da Física diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Portanto, conflito gerado, polêmicas disputas de interesses e opiniões, enquanto o futuro (já apocalíptico) do planeta está em jogo. Epílogo: pensamento latino, Alea jacta est (a sorte está lançada).

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Para a musa Luiza L indamente meus dias são preenchidos quando penso em você U nindo a beleza do meu sentimento e entrelaçando emoções I mpar sensação interior que me causa tanto contentamento Z ênite entre meus sonhos e a tua face mais encantadora A mando, eu, sutilmente e pacientemente, aguardo os acasos...

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Linguagens A natureza tem um alfabeto e um idioma peculiares para nos expressar sua sabedoria, cuja procedência é celestial na origem, além disso, as linguagens possíveis de serem extraídas na interação com ela são vastas. Mas existem outras linguagens e formas de expressão, por exemplo, os inúmeros idiomas pátrios e seus diversos alfabetos, numerais, codificações... há as linguagens de programação na informática, linguagens pictóricas, linguagens icônicas, linguagens corporais e dos sinais, as preces religiosas e orações, os mantras, as partituras musicais etc. Há o idioma dos sentidos e há o idioma transcendental. É bem comum e sensato chegarmos à conclusão de que somos sempre analfabetos em alguma coisa, portanto, prudente é não se contentar somente com a alfabetização secular, acadêmica, mas acrescentar novas formas de interagir com tudo aquilo que nossa percepção consegue captar, assim como agregar novas ferramentas de captação do que está em nós, um microcosmo, bem como do que perpetuamente estará ao nosso redor, o macrocosmo. Entretanto, resumo tudo no mais importante, o idioma universal, a linguagem sublime e eterna, simples e suprema, capaz de abarcar todos os demais idiomas e formas de expressão supracitadas, e o tal... é o Amor!