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Frase de Ivan Luis Roseira da Costa

A Geração ventania. Ventos que balanceiam as folhas, ventos que balancearam arbustos, ventos que ainda balanceiam. Ventos diferentes são dos que falo, falo dos ventos que circulam entre as fendas separadoras das células cerebrais que invadem de forma contínua e intolerante, ventos repletos de expectativas, ventos repletos de ilusões. Ventos bondosos, ventos carregados de inteligência e de previsões. Ventania da nova geração... Ventania da nova geração que invade em diferentes departamentos da flora Juvenal, são deles que falo. Numa sociedade onde a gestão psicológica tem o papel fundamental para a sobrevivência dos corpos em vida. Geração de tempestade, geração de impaciência, geração de relâmpagos, geração ventania... Ventania que acha que desejos são direitos, e que educação está em livros de história... E virtualidade é realidade... Ventanias que parecem adultos em férias, fazem de tudo, melhores hotéis, melhores bebidas, com a única pequena diferença de que não suam pelos gastos... Aonde o caixa eletrônico é apenas uma máquina de recolha de dinheiro, onde a ventania manipula o cartão, desliza-o com convicção e atitude, com hierarquia e ela expulsa notas. Mas os bastidores a ventania muitas vezes não sabe... Oh! Saudades... Saudades dos tempos em que os vizinhos educavam, os tios beijávamos, aos adultos ajudávamos, a louça lavávamos e o Baleizão nos deliciávamos, a cabeça baixávamos, e ao respeito velávamos... Ho!! Geração ventania... Que que se deixou criar achando que tudo é "NORMAL".

Ivan Luis Roseira da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Infalival mãe natureza que com a suas linhas de beleza fascinam o nosso consciente, acalmam os nossos corações e alimentam a nossa alma.. Ao contemplar tal beleza sentimos os espíritos que cantam balanceando as folhas e estalando os galhos e em sua volta desfrutamos do gorjear d…
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Infalival mãe natureza que com a suas linhas de beleza fascinam o nosso consciente, acalmam os nossos corações e alimentam a nossa alma.. Ao contemplar tal beleza sentimos os espíritos que cantam balanceando as folhas e estalando os galhos e em sua volta desfrutamos do gorjear dos pássaros que gorjeando massajam os nossos canais auditivos.

Qualquer descrição seria pobre para tentar transmitir tamanha paz, lugares ainda vivos de sementes ora novas que exibem a sua maturidade em grandes envergaduras esverdeadas e braços fortes vividos algemados por folhas carregadas de luz... Impossível interrogar a natureza... E se…
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Qualquer descrição seria pobre para tentar transmitir tamanha paz, lugares ainda vivos de sementes ora novas que exibem a sua maturidade em grandes envergaduras esverdeadas e braços fortes vividos algemados por folhas carregadas de luz... Impossível interrogar a natureza... E se o fizermos não teríamos uma resposta, apenas olhe e viva o momento...

Vemos rostos tristes nos nosocómios, rostos que falam.De roupas brancas passam de um lado para o outro, tensão pelo espaço percorre nas veias dos que aguardam respostas, alivio daqueles que saíem com sorrisos despreocupados pelas deliberações positivas abandonando a cavidade boca…
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Vemos rostos tristes nos nosocómios, rostos que falam.De roupas brancas passam de um lado para o outro, tensão pelo espaço percorre nas veias dos que aguardam respostas, alivio daqueles que saíem com sorrisos despreocupados pelas deliberações positivas abandonando a cavidade bocal daqueles que indagaram o vermelho decorrente das veias azuladas a olho nú... Anjos de branco percorrem corredores, anjos de branco do juramento da precisão e da dedicação...