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Frase de Nivaldo Vanderlei Balla (março de 2022)

⁠SONETO DA DESPEDIDA Do nada, o dia se transforma em noite Pela mudança climática a tempestade Da manhã ensolarada ficou a saudade Um transtorno quase uma maldade. O que poderia ser felicidade virou sofrimento Da certeza de um amor lindo verdadeiro Uma pena eu afirmo neste soneto Do que era sereno a fúria do vento. Nada foi pelo acaso do destino E muito menos um romance de cinema Não é história, uma rota e não devaneio. Hoje do amor ficou a lembrança De uma vida sem importância É o fim! Separação pela indiferença.

Nivaldo Vanderlei Balla (março de 2022)

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Pensador.com

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⁠SONETO COMO VEJO POEMAS. Dos poemas que leio faço reflexão São versos que me inspiram
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⁠SONETO COMO VEJO POEMAS. Dos poemas que leio faço reflexão São versos que me inspiram Suas estrofes me cativam Muitas me tiram da solidão. Suas ideias ao passado me faz voltar No presente me ponho a pensar Ambos pelo espelho fico a analisar Para no futuro mostrar como caminhar. Os temas soam bem para os ouvidos De repente algumas frases inoportunas Nada que possa o meu ego estragar. Gosto de ler para compreender A intenção do poeta no momento Para seu público o que vai esclarecer.

⁠SONETO DA COMPARAÇÃO Se um dia insano tentei comparar- te Perdoe-me você não tem comparação
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⁠SONETO DA COMPARAÇÃO Se um dia insano tentei comparar- te Perdoe-me você não tem comparação Por mais belo que seja uma flor Você és uma pétala que grande esplendor. Dos perfumes das flores e seu vigor É um pássaro raro tamanha dedicação Da brisa matutina com todo seu frescor Seu perfume é natural, um primor. Dos raios intensos do sol brilhando Forte escaldante e imponente Seus olhos brilham com suavidade. Do brilho apaixonante da lua Você é uma figura muito marcante Observando-a com precisão és muito diferente.

⁠SONETO DA DEPRESSÃO Não tem certeza se falta sono Ou se muito sonho se tem
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⁠SONETO DA DEPRESSÃO Não tem certeza se falta sono Ou se muito sonho se tem Sente-se muitas vezes ofegante Sem motivo aparente. Um vazio sem explicação Que faz flutuar Pelas mazelas da imperfeição Um ser fora do chão. Solidão em meio à multidão Sempre na contra mão Perdido, fora da razão. A tristeza que consome O silêncio esvazia e retrocede A carência isola e emudece.

⁠SONETO DA DOR A brisa que sopra em meu rosto Meche com o sentimento de outrora
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⁠SONETO DA DOR A brisa que sopra em meu rosto Meche com o sentimento de outrora Estonteia choca e magoa meu peito Num momento de tristeza que aflora. Manhã de sol que brilha no meu corpo Faz me lembrar de um caso de criança Que o tempo não apagou a dor no coração Nada a comemorar por amar sem esperança. Olho para as nuvens forma-se um anjo Todo branco da sua mão parte uma lança Confirmado! Era o arcanjo. Volto em mim com convicção Momentos da mente a lembrança Num pequeno espaço liberta o coração.