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Frase de Lúcia Cruz

⁠É da sede, é da sede de vida, do sonho e do acordar Que me vem da alma Este arrepio na pele Que me faz sentir Cada toque Cada palavra Cada som Com a grandeza dos mundos E a ti Com a grandeza do universo Nascemos filhos de sangue Crescemos filhos do mundo E morremos filhos de ninguém!

Lúcia Cruz

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Pensador.com

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⁠Oh poeta De palavras doces De alegres fantasias
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⁠Oh poeta De palavras doces De alegres fantasias E gestos precoses Tivessem os Deuses te enviado Numa outra altura Não destilava eu certamente Agora esta amargura Oh poeta dos olhos brilhantes Olhos que falam Olhos gritantes Quisera eu perder-me neles um dia E desde então, Existo nesta agonia De não saber existir Oh poeta, doce poeta Que em mim vês a salvação Não vês que minha alma doente Em busca de absolvição Renegará mil vezes o prazer Pois na esperança De merecer um dia mais conhecer Este é meu fado Meu jeito triste de ser...

⁠Se os sorrisos começam nos olhos Os teus são nascentes Nascentes de sorrisos gritantes
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⁠Se os sorrisos começam nos olhos Os teus são nascentes Nascentes de sorrisos gritantes Que chegam além dos meus prantos E que entoam no meu coração Que tocam a minha alma E que a preenchem de paz Que chamam pelo meu nome E me embalam enquanto a noite se desfaz... Ai queria eu, esse olhar roubar E tê-lo para mim, Para meu coração acalentar Sempre que o meu olhar despertar Mas quis a vida que o fado Destes olhos encantados Fosse encantar os meus Com os dias contados Já não vejo os teus olhos sorridentes Apenas posso sonha-los Resta-me a Gratidão por terem eles sorrido para mim E ao fechar os olhos... alcança-los.

⁠Ai que mataram a esperança Prematuramente Ai que mataram,
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⁠Ai que mataram a esperança Prematuramente Ai que mataram, Permanentemente Que se escondam os sorrisos E os olhos brilhantes Que não se encontrem mais paraísos Nem se encontrem amantes A esperança morreu Morreu do descrido dos homens E do teu e do meu Morreu dos sonhos não sonhados E de todos os que foram abandonados Morreu porque beijos não foram trocados Abraços não foram dados E dos apaixonados Ninguém mais ouviu falar Morreu porque não quiseste amar Morreu de tédio Ou solidão Morreu de amor Morreu em contra mão Ai que mataram a esperança Que mais ninguém dance esta dança E que mais ninguém saiba Como é viver ... sem esperança. Neste mundo meu Agora que a esperança morreu Morri Também eu!