Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
SONETO DESABITADO Ao poema que roga, desesperadamente De saudade, separado de sua rima ideal Onde o coração sofre o afeto ali ausente Nas desventuras em que se vê sem o qual Não lhe basta um amador simplesmente Nem só o gozo duma trova que seja a tal Nem o simples desejo, deseja vorazmente O compasso do beijo, num versar musical E as poéticas inspirações que lhes somem As quais quisera... paixão cheia de pureza A esperança de quere-las lhes consomem E os vazios do sentimento no seu cantar Compõe solidão, em uma maior baixeza Escrevendo dor, sem o amor para poetar © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 28/02/2020, 18´12” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde