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Frase de Samuel Eduardo Fortes

O Tropeçar de Bico Há quem diz que o amor não se vê com os olhos, mas com o coração.O amor romântico é como um traje,um coração feliz, um resultado inevitável de um coração ardente de amor, que como não é eterno, dura tanto quanto dura. Embora rasgado, não há de ser menos do que sempre foi, talvez, um pouco amassado, e, em breve, sob a veste do ideal que formamos, àquele que se faz de nós e rearticula o adormecido momento que se esfacela, surge o corpo real sem a figura complexa da pessoa que se diz humana, em que o vestimos. O amor romântico,embora como quando pego e consulto Machado,cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar. A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande, portanto, é um caminho de desilusão, talvez um caminho onde os calçamentos são sintéticos e o andar andrajo se dilui. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o princípio, decide variar de ideal constantemente, decide atribuir dentro jarro tapado ao qual escutamos o balançar de uma corrente de ar, tecer constantemente nas cortinas de véu perante àquele moinho, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove e enriqueça a pele por ele aquecida e por dentro o espectro, talvez o aspecto da criatura por eles vestida. O prazer do amor é amar e, sentirmo-nos mais felizes pela paixão que sentimos do que pela que inspiramos e, só se ama o que não se possui completamente.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.