Frase de Eneio Pereira
I Caiu do nada. Do nada surgiu Aquela luz que emergiu Tão branca como uma fada. II Os olhos contorceram que lhe ver A mão esticou-se para poder a ter Os pês sumiram em saltos para conter E a alma abandonou o corpo para suster. III Mas nada, nada a impediu Que ser trajeto fosse traçado, Cedo ou tarde refletiu Aquele desejo forçado. IV A vontade atou o desespero Lambuzou com sabor do tempero Aquele sobejo áspero Como a granula do enterro. V Mas do outro lado, via torrentes Com raízes de capilares Com batimento apertado naquela estrada, Onde a sua marca jamais será sarada. @epereira 06/12/16
No pensador.ai desde