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Frase de Tiago Amaral

O Desejo do Amor A Minha Amada Como se de forma tão pura, quanto sublime, fazia-se meu desejo por ti. Nisso por paixão vinha pelo, ar, teu cheiro. E o meu ato de te amar o sentia no ar, como se tal aroma, anunciasse a chegada da primavera. Ah se minha amada soubesse o que senti meu coração por ela. De forma tão secreta que tudo que escrevi até agora, não descreve tudo o que sinto por ela. E no momento no qual desenhava teu rosto, olhava para estrelas... E o brilho de cada uma delas lembrava-me os teus olhos e o desejo de um dia ter teu sorriso a sorrir só pra mim. E os olhos dela a olhar só pra mim, cada um deles como uma linda noite de estrelas. E nos lábios dela cuja a semelhança lembrava-se, suaves pétalas de rosas, onde brotava-se um néctar tão doce, que tamanho se fazia-se o meu o desejo de neles, minha sede matar.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.