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Frase de Rodrigo Pinheiro de Faria

Pela primeira vez... Passei correndo Mas pude enxergar E na virtude do tempo Encontrei o lugar Onde estavas escondida Razão informe da minha vida Cheia de tanta vida para me dar Ouvi seus passos onde nunca pude imaginar Em meio a teclas e atalhos Em ti pude clicar Como o toque em algo de extrema distância Onipresença estranha para explicar Lá tu estavas Bem próxima de mim Quase podia te sentir Enquanto minhas lágrimas rolavam pelo rosto Já podia adivinhar que era você Mesmo perdido entre uma floresta de duvidas Atolado em um lamaçal de solidão. A vi Como em meus sonhos a via Um raio de luz em meu monitor Onde menos esperava achar Fui achado Perdido Encontrado Dentro de minhas impossibilidades Vi-me onipotente Mesmo sem poder mover sequer uma palha... A fé que me move respondeu; “Quem mais?”. O que achei ser flerte Move minha vida A embala como a um bebê. Não sei onde estou Mas sei onde estarei Movido pelo invisível me deixo levar Crendo nesse amor O escrevo Para que possa vê-lo Quem espera Como eu esperei... Toquei o seu corpo em um abraço Senti o seu perfume em um beijo O relembro em cada instante que nasce E almejo pelo que temos a viver. Temos as chaves da vida Abriremos as portas que quisermos Quem poderá nos vencer? Quem poderá nos enfrentar?Se Ele é conosco... Somos mais que palavras levadas ao vento fútil do passado Nosso passado não é nada perto do que viveremos. Presenteamos um ao outro Somos mais que tudo Idôneos e reais Fábulas e encantos Sonhos e realidades Somos os autores de nossas vidas Escritores do nosso agora Que tão logo será passado como tudo já foi Mas não seremos levados Levaremos um ao outro E nossos corações serão como berços Confortáveis e estáveis Fortes e firmes Porque a duvida e o medo se podemos acreditar? Dar o passo certo é nossa obrigação Não erraremos deixando de agir De tornar real nossa história Inscrita pelo pulsar de nossos corações Pelo “Ir além” de nossas vidas Incontestável pelo amor que sentimos Que nunca pensei sentir Que por vezes achei nunca encontrar Ou que simplesmente havia perdido. Tu és o toque perfeito A marca em meu peito O véu descoberto A aliança inquebrantável A certeza dada O presente de Deus Minha fé incondicional Vinculo da minha esperança Fonte do meu amor... Vamos além da esperança Além do que dizem Do que pensam Do que podem imaginar Do que podem desejar Somos como o amor contado nos livros Os fabulosos que imaginaram Vamos além de tudo Pois somos reais Como nossa fé que nos forma Que nos une Que nos arremata E nos predestina Salvos para sempre Como nos “felizes para sempre”. Fruto de uma esperança sem limites A Fé que tantos desconhecem Que hoje me incita a dizer: “Eu te amo”. Sem temer ou desconfiar Desistir ou me amedrontar Posso ir além com você Além de tudo que já pude Ser imensamente feliz Com você Em um cordão de três dobras Difícil de arrebentar... Pois com Deus entre nós dois Somos invencíveis... Incontestáveis Irrevogáveis Eternos... “Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar os seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.”. Cântico 2:10.

Rodrigo Pinheiro de Faria

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Pensador.com

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Outras frases de Rodrigo Pinheiro de Faria

Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fra…
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Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fraquejou-se o valente. Derrotado nas viris convicções, foi-se o jovem moribundo, levado pelas lágrimas de tão breve e dorido momento. O verde da bandeira acena do alto do céu azul da terra amada, olha-se entre lágrimas o passado desvairado de possibilidades falidas. Onde estará sua alegria ante o pavor dos matagais, pois ao perpassar da ventania quebram-se os rijos vegetais. O agasalhar da bandeira aqueceu-me por pouco, mas os falíveis pensamentos mortais levaram-me a idiotia. A camisa suada de sangue, os olhos delatados pela noite, a busca incessante e frustrante, rendia-se a dor do descanso, a labuta reiniciava-se em poucos instantes. Parece renascer o sofrimento, pois o solo me daria o sustento. Dele reviraria a vida, e as gotículas de esperança nasceria. Mas valei-me Deus de labutas constantes, da triste história do trabalhador brasileiro, desmerecido entre as estrelas da bandeira, no estrelado azul cintilante anil. Se vê entre tão tristes lembranças a esperança de que um mero dia que seja, nasceria em breve e refrescante manhã, o som do sorriso ao realizar o tão belo desígnio de ter alcançado o almejado. Quem sabe nessa mera lembrança, a pobre lápide, o desejo intenso da mudança e descubra na breve sensação de conquista, a fé desguarnecida, ferida e lançada à plebe de falidos e vencidos desejos frustrados. Venceria neste breve soneto, nos lábios de anjos tão puros, a vida, por mais simples que seja no apego ao futuro. Logo, bem logo diria, o som da chuva anuncia que a sede vencida seria. Nas necessidades atribuladas na intensa invernada, cabal palavras de desapego no aconchego de uma vida tão jovem desfavorecida. Tão breve seria o momento do tempo, em que a poeira levada a ação, encontrasse no chão o destino infeliz. Teria a força da conquista nas mãos e diria a quem me diz que venci e o desemprego ao desapego de tão somente e frágil solidão, acalantaria a vitória as mãos. Quando Deus diz sim, o que diremos nós? ... E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Sejamos felizes com o Propósito de Deus em nossas vidas.

Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos
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Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos A duvida Que consegue mentir e enganar O inicio de todos os medos A raiz de todas os males Queremos Mas não podemos Acontece Mas não podemos mudar Às vezes mudamos Mas o passado não A incerteza nos culpa É quase por acaso que tudo começa A angustia A insuficiência de não mudar as circunstancias O tempo O atributo da inconsistência A verdade Mais forte que a realidade Tão fraca quanto os segundos... É difícil mudar o que somos O que temos O que desejamos O que sentimos no mais profundo do âmago... O ofuscante brilho nos olhos da morte Irrevogável Como o grito da criança que acaba de nascer Todos sujeitos ao medo do desconhecido O futuro Sem forma e vazio No qual o espírito paira como que na face das águas O qual falta a essência do nosso ser para preencher...

Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar
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Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar Aonde os sonhos jamais me levarão Onde o coração jamais baterá Onde a brisa leve nunca tocará meu rosto O cheiro do tempo Mesmo que próximo Jamais chegarei... Nos olhos de meu anjo... Vejo o que jamais serei, o que levarei pela eternidade A lembrança de seu sorriso O bater de seu coração, perto ou longe de nós dois... No nosso amor... Nos olhos de meu anjo.