Frase de Alexander Pushkin
Eu amei-te; mesmo agora devo confessar, Algumas brasas desse amor estão ainda a arder; Mas não deixes que isso te faça sofrer, Não quero que nada te possa inquietar. O meu amor por ti era um amor desesperado, Tímido, por vezes, e ciumento por fim. Tão terna, tão sinceramente te amei, Que peço a Deus que outro te ame assim.
No pensador.ai desde