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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional⁠ A abstinência de carne e o jejum são realidades tristes impostas mais pela crise do que pela piedade religiosa. Existe uma emergência alimentar no Brasil. A Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional) estimou, há poucos meses, que havia 19 milhões de pessoas passando fome e assombrosos 55% das famílias brasileiras em situação de insegurança alimentar. É impossível naturalizar esses números trágicos que mostram a dor de tantos e uma sombria indiferença de outros. Há quase 120 milhões de brasileiros que fazem jejum sem ser por opção religiosa. Isso deveria tocar o coração de quem se diz cristão, ou se diz cidadão, ou, apenas, considera-se um ser humano. Talvez o último argumento seja de ordem estratégica: imaginar a maioria de um grupo social se aproximando da ideia do saque de mercados como única alternativa à fome deveria inspirar medo, ao menos. Versalhes aprendeu com custo alto o que significa indiferença à miséria. Quando muitos perdem a chance de se alimentar, alguns podem perder a cabeça. Seria bom introduzir esperança na quaresma.

Samuel Eduardo Fortes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.