Frase de PAULO EMÍLIO AZEVEDO, poeta PAz
Combatas a fúria vazia, quiçá tocarás o sopro do vento, outrora o pulso da lágrima.
PAULO EMÍLIO AZEVEDO, poeta PAz
No pensador.ai desde
Combatas a fúria vazia, quiçá tocarás o sopro do vento, outrora o pulso da lágrima.
PAULO EMÍLIO AZEVEDO, poeta PAz
No pensador.ai desde
Infelizmente o corpo sempre paga nas nossas tantas vontades, de fazer muito (ao mesmo tempo), querendo descobrir o corpo. Ao descobri-lo, às vezes deixamos ele sem coberta, mais fragilizado. Os acidentes (e enfermidades) sofridos no corpo, em geral, ocorrem nessa zona de classifi…
Infelizmente o corpo sempre paga nas nossas tantas vontades, de fazer muito (ao mesmo tempo), querendo descobrir o corpo. Ao descobri-lo, às vezes deixamos ele sem coberta, mais fragilizado. Os acidentes (e enfermidades) sofridos no corpo, em geral, ocorrem nessa zona de classificação.
O poeta tende a romantizar o ébrio laço carnal.
Ou acorda ou a corda há de enforcar o despertar.
Trauma é como pedra afiada, pesa e corta.