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Frase de eu, the last poet

⁠Eu não preciso destruir meus demônios Eles são os poucos que me entendem Esqueça os textos bíblicos Parecemos lunáticos? Meio antipático Para você desordem Para mim plena ordem Dor me trás lagrimas Que trazem raiva Que causam risos Me tornam invisível Me tornam irreal Ousa o som do piano Ele é tão frio Tão sombrio Ria com tristeza Durma com suas lagrimas Ousa o som do violino Veja as luzes piscarem E apagarem Veja os rostos Não esqueça dos loucos Ousa o som dos mortos Eles nos chamam Eles clamam Eles sente o frio Sentem o medo Porque vou enfrentar meus demônios? Se eles são os poucos ao meu lado Venha e veja... Eu poderia ser alguém mais real Venha e veja... Eu poderia sentir mais Venha e veja... A culpa é minha.... Eu poderia me curar Parar de me matar Com essas memorias Com essas discórdias Eu poderia ser mais normal As vezes me cinto um animal Tudo o que sinto E porque? Tudo é tão bom Memorias me irritam Me sinto vazio Como algo prestes a explodir Cansei de esconder Me torturaram Agora é minha vez Espelhos a noite Me mostram olhos negros Algo que é vermelho Algo a susta Correr e esconder Até perceber O monstro não está em volta Está dentro Queria poder melhorar Voltar e refazer Ser normal Parar de mentir Parar de se esconder Queria ser igual você Onde esteve pequeno anjo Fugindo de demônios? Parece ter visto a verdade Parece ter entrado na realidade Ela é fria Cruel e amarga Porque vou enfrentar meus demônios? Se eles são os poucos ao meu lado Venha e veja... Eu poderia ser alguém mais real Venha e veja... Eu poderia sentir mais Venha e veja... A culpa é minha.... Eu poderia me curar Parar de me matar Com essas memorias Com essas discórdias Eu poderia ser mais normal As vezes me cinto um animal Tudo o que sinto

eu, the last poet

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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