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Frase de Dolandmay Walter

Amor incerto Tudo o que eu te fiz foi inconstante, Por tempos fui o teu amante Para depois você jogar tudo fora. Passo os meus dias lamentando, Minha alma já tão pobre está vagando, Meu coração as mágoas já devora. Como posso fazer os dias clarearem Se aos breus não vejo a sua imagem, Meu destino não enlaça mais o seu. Ah, se eu pudesse te ver na escuridão Faria tudo o que nos foi em vão, Todas as verdades do amor que é teu. Mas me diz qual amor é teu, que sentir, O último antes de você partir Se verdade foi de ser seu sentimento. Tudo o que me fez, diz também Como pode ter sido incerto, meu bem, Se te vejo me olhar com tão lamento?

Dolandmay Walter

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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PERALVILHO Para conquistarmos o coração de uma pessoa não precisamos tocar o que nela é tão precioso e frágil, apenas nos basta ser quem somos!

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ERROS... Quem diz: é amor demais! Extinta paixão Que enriquece tristezas, desejos e medo! Pelo cerne enlouquecido, o coração Não se impõe de existência um segredo! Quem diz: é paixão demais! Extinto amor Que empobrece sorrir, lágrimas e sofrer! Pela alma corrompida, a dor Não se absorve de alegria um viver! Sentimentos complexos e equivalentes, N’um existir eficaz a consumir o espírito Por fantasmas vulgares, dependentes, N’um despertar sem sentir por ser dito: Amor! Paixão! Desejos loucos e plenitude, Só se têm; quem se impõe, em virtude! Dolandmay Walter

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RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos, Tudo o que me é de destruir nas impurezas dos sentimentos, O que me fere o coração, e o corpo, e o espírito, O que não me alça em voo sobre os amores de fogo, Tudo o que não me é de cumprir os mandamentos e a justiça, Os poderes, e a calma, e as glórias do firmamento, O que me é de tormento, o que me é sem razão, em vão O que me é simplesmente incompatível a memória Por insanidades entre os mortais, e os anjos, Tudo o que não me faz perdurar no amor e na bondade, Tudo o que não me é no olhar infinito, O que não me ambiciona na conquista da eternidade, E o que me faz de um só murmúrio fólios e mito... Que tudo me seja de inconstâncias, e de provas absolutas; Porque nada é intransponível ao renascer de um sol!