Frase de Raphael Capone
os dois ficam sem voz embaraçados feito nós como faz, por favor? tentei desatar, apertou
No pensador.ai desde
os dois ficam sem voz embaraçados feito nós como faz, por favor? tentei desatar, apertou
No pensador.ai desde
á foi uns trago pra mente juntamente com a mistura a rua professora ensina cada um cuida da sua
á foi uns trago pra mente juntamente com a mistura a rua professora ensina cada um cuida da sua aqui num é diferente o peso do rap é o peso das mente, terrorismo verbal, batendo de frenteÊ com aquele que vive explorando inocentes os neguim progrediu, o cranio até explodiu, mas as cortina se abriu, agora é tudo nosso, hahá. cê nem viu. sempre fui eu por eu, a babilônia tentou mas não calou a minha voz. com um plano aceso ando pra frente, deixando verme pra trás. cada rima vale um tiro, um gatilho em cada dedo, to com o kit pobre pensando? principal pesadelo da elite que nunca vão entender o o ritmo que voa livre na quebrada que te faz ter orgulho mesmo sem ter nada se fecha na função ns já reconhece, quando o chicote estralar, os verdadeiro vão ta lá, e resto? esquece! respeito é pra quem tem, admiração pra quem merece pra mente não tem alguema, então gambé vê se me esquece refém desse sistema, todo dia luta injusta paz, justiça e liberdade, sendo lema principal desse mundão chamado rua. é mais que um sentimento, as letras em sigilo, não entra qualquer um pra dizer que é compromisso. em meio a toda essa exatidão como é difícil seguir o coração de frente com tanta corrupção, tô cansado de opressão tapa na cara, segregação pode chamar meu sonho de ilusão que é utopia auto-gestão mas me desculpe meu irmão meu sonho é estrela sem constelação. então deixa eu voar, e n deixa esse aí apagar. pode conspirar, tentar embargar minha voz continua ativa a paixão pela destruição é uma paixão criativa
já vivi essa cena e com muita pena te digo não
já vivi essa cena e com muita pena te digo não comigo não fiz o que podia mas tudo ficou pela metade, meu coração
medo de sair de morrer de sumir
medo de sair de morrer de sumir de nada acontecer.
cheguei em uma certa idade que nada mais me satisfaz uma certa idade que tudo dói certa idade que tudo está ruim
cheguei em uma certa idade que nada mais me satisfaz uma certa idade que tudo dói certa idade que tudo está ruim até a paz idade que nao sabemos se prantamos silenciosamente enquanto a idade lhe tira um pulmão e um rim ou gritarmos arduamente ou só esperar, que ela corrói idade que já não se quer mais levantar as seis ou muito menos coitar a vizinha da esquerda idade que se nota a babaquice nas leis enquanto se vê sempre na perda a atualidade é totalmente estranha diferente do que já se viveu que olha pra juventude e sente vergonha num futuro de falsos revolucionarios descendentes daquilo que já se perdeu essa certa e minha idade que já se cansou da cidade mas esse tal amor não mais me comove pra ele até criei barragem e nem cheguei nos dezenove Capone.