Frase de Pedreiro Poeta Rústico
O desespero de um pai apagou qualquer rastro de hesitação. O mortal caminhou até os fundos do casarão e abriu um velho baú trancado há quase duas décadas. De lá, ele retirou suas antigas ferramentas de caça e sobrevivência, lâminas pesadas, arco e flechas, e uma arma de fogo de dois canos serrados, bem como instrumentos que usava antes de se render à paz daquele lar místico. Ele sabia que o bosque não guardava um perigo comum e que precisaria de toda a sua antiga força. Engolindo o próprio medo, ele olhou para a esposa, a mulher que um dia fora feita de códigos e hoje carregava a fragilidade e a força de um coração inteiramente humano, e prometeu trazer a filha de volta, sam e salva. Ele deixou a esposa encarregada de proteger e cuidar das outras duas filhas, Iris e Helena, que observavam tudo com os olhos arregalados de angústia., e medo por perceberem como seu pai se transformou em um verdadeiro guerreiro, com sangue de justiça no olhar. O santuário da família precisava ser mantido a salvo enquanto ele estivesse fora. Ajustando o casaco de couro de búfalo, e com as ferramentas firmes no cinto, o mortal beijou a testa da esposa e despediu-se. Ele cruzou os limites da propriedade e partiu determinado rumo à cidade desconhecida através dos desfiladeiros e montanhas que circundavam a sua propriedade. Seu objetivo era claro: encontrar o paradeiro da Ordem do Prisma e localizar Emanuel, o jovem misterioso que havia entregado o pingente de metal escuro para Iris no café. O pai sabia que Emanuel e sua sociedade secreta eram a única pista e a única esperança de rastrear a energia sombria que havia levado sua amada filha Aurora. Sozinho, desafiando a noite e os segredos do universo, o homem avançou pela escuridão, impulsionado pelo amor feroz que apenas um pai mortal poderia sentir!
No pensador.ai desde