Frase de Celso Roberto Nadilo
Solitude minha alma nesse parador Do meu murmuro Do alento... Apático sentimentos... Sobretudo meus olhos... Neste momento que mar... Puro gosto do mundo... Vorazmente até manso... Docemente como fogo... Mares são deixada na alma... Na superfície afio até tardio... Sordidamente bravio... Sorrateiramente lindo... Manso nos últimos momentos... Mesmo na versão da despedida... Fronte nas cascatas no teor De uma paz do qual foi em revoltas... Serenidade nas imediações Com arco do horizonte... Festiva o entardecer minha vistas Se perde nos últimos ares... Da terra e a noite doce minha vida. Contraste entre dois pontos de dois mundos... Festeiros abrupto anoitecer... Meus olhos morrem e nascem no estante Que respiro o tesouro da natureza.
No pensador.ai desde