Frase de Manuel Bandeira
Noite Morta Noite morta. Junto ao poste de iluminação Os sapos engolem mosquitos. Ninguém passa na estrada. Nem um bêbado. No entanto há seguramente por ela uma procissão de sombras. Sombras de todos os que passaram. Os que ainda vivem e os que já morreram. O córrego chora. A voz da noite... (Não desta noite, mas de outra maior.)
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: BANDEIRA, M., Poesia Completa e Prosa. Rio de Janeiro: Cia. José Aguilar, 1967 | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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