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Frase de Simone Pesci

Do céu sorvi a ventura; Do inferno, o esquecimento; Voei planícies distantes; Ansiando comprometimento... Do inferno tive a brasa ardente; E a insanidade que maltrata; Do céu tive o amor resplandecente. Da lucidez que retrata; Do fogo conheci a dor; Da água, o amor; Abaixo o beijo da morte; Que por pouco não me levou; Do amor tenho o céu; Que assim, me curou; Do ódio, o inferno; Que infindavelmente, será meu pavor; Céu, Inferno [...] Paraíso! [Epílogo]: Entre o Céu e o Inferno

Simone Pesci

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Já faz alguns anos que adotei a solidão como morada. Inicialmente pensei que fosse algo passageiro, uma fase ordinária. Mas com esse prazo de validade indeterminado, constatei o quão atroz és. Anseio por uma coletividade de prazeres — e, ao mesmo tempo, um regalo nessa terrífica…
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Já faz alguns anos que adotei a solidão como morada. Inicialmente pensei que fosse algo passageiro, uma fase ordinária. Mas com esse prazo de validade indeterminado, constatei o quão atroz és. Anseio por uma coletividade de prazeres — e, ao mesmo tempo, um regalo nessa terrífica morada que instalou-se no meu peito. Pode parecer loucura, mas essa desarmonia coletiva me faz querer continuar. Sinto falta da pessoa que fui, mas me adaptei nesse ninho eloquente e aconchegante, que abriga a minha obscura particularidade. No mais, por mais insano que pareça, ainda anseio tocar o poente. É isso!