Pular para o conteúdo

Frase de Max Gehringer

O que o chefe tem... ... que o subordinado não tem? Algumas pessoas acham que tempo de casa é o principal fator para um profissional ser promovido a chefe. Outros acreditam que os resultados, e não a idade, é que devem determinar a promoção. Mas o bom chefe tem (ou deveria ter) mais do que isso. Tempo de casa e resultados são dois fatores importantes, sem dúvida. O tempo de casa porque o profissional já conhece bem a cultura da empresa e, portanto, sabe o que a empresa espera de um bom chefe. E resultados também são fundamentais. Quem já demonstrou que sabe como obter resultados estaria apto a liderar outros para que também o consigam. Porém, há duas características que o diferenciam dos subordinados. São elas: 1. A capacidade de liderar. Bons chefes sabem mandar. Ótimos chefes sabem convencer e estimular. Antes mesmo de ser promovido, o líder já era consultado pelos colegas. E suas opiniões sempre eram ouvidas e acatadas. Essa “liderança sem cargo” nunca é contestada quando o cargo é dado a alguém em quem todos já confiavam. 2. O entendimento do ponto de vista da empresa. Chefes são pagos para cumprir as normas e os objetivos determinados pela empresa. Mesmo que, eventualmente, o chefe não concorde com alguns desses objetivos, mesmo assim ele é capaz de fazer com que os seus subordinados os cumpram. Chefe não é alguém que briga com a empresa. É alguém que briga pela empresa. Se você tem tempo de casa e consegue bons resultados, já está com meio caminho andado para ser chefe. Só falta, agora, mostrar a seus superiores que você é aquele líder natural em quem os subordinados poderão confiar, e a empresa também.

Max Gehringer

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: GEHRINGER, M. Aprenda a ser chefe. São Paulo: Gold Editora, 2008. | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Max Gehringer

Foi como um resumo de nossas carreiras: quem não soube se preparar passou o tempo reclamando de tudo; quem disparou na frente sem avaliar direito a situação cansou rápido; quem esmoreceu precisou de apoio e incentivo do grupo para continuar; quem perdeu o ritmo não conseguiu mais…
Continuar lendo

Foi como um resumo de nossas carreiras: quem não soube se preparar passou o tempo reclamando de tudo; quem disparou na frente sem avaliar direito a situação cansou rápido; quem esmoreceu precisou de apoio e incentivo do grupo para continuar; quem perdeu o ritmo não conseguiu mais alcançar os que seguiram em frente; e quem melhor soube enfrentar o cansaço e o desânimo virou líder e ponto de referência para os demais.

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta, que recebi certa vez. Abre aspas. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que…
Continuar lendo

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta, que recebi certa vez. Abre aspas. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na conta bancária. É claro que não tenho esse dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida. Fecha aspas.