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Frase de O Voô da Fênix

ÉS Canibal E lá está você, diante da morte, escolhendo qual o melhor cadáver. Você paga o preço e com suas próprias mãos agora cheirando a morte serve pedaços de vidas roubadas a sua família. É tudo tão frio, tão rotineiro, tão normal. Agora satisfeito com sua refeição cadavérica preparada com carinho, você reza para seus filhos, para que nada de mal os aconteça. Que ironia, tu acabaste de matar, sujar suas mãos com sangue já coagulado, comer sua presa, alimentar seus filhos com a morte e agora reza por Paz! Paz para quem? Para os privilegiados ou para os ignorantes que vendam seus olhos e recusam-se a raciocinar, a evoluir. Você não é Deus! Você não é digno! Você não é nada! Assassino! Serial Killer! Monstro! Canibal! Você desejou sua presa, pagou pela sua morte, preparou-a em sua cozinha e como em um banquete, comeu, saboreou e gostou. E repete esse ato, dia após dia. O que você comeu hoje? Uma vaca, um boi ou será seu cachorro? Quem você matou dessa vez? Chega de disparate de que os animais foram criados para saciar a fome dos homens. Pare com essa desculpa de cadeira alimentar. Pare de ser cego, de ser cruel. Onde existe vida, corre sangue nas veias, sentimento no peito, dor e doçura em seu olhar. Existe igualdade, existe um ser vivo, um ser humano, que só quer e merece ser tratado como tal. Quantos você já matou? Quantas vidas tirou? Quantas vezes deleitou-se comendo um cadáver, um cadáver de um ser indefeso, humano. Quantos mais irá matar até entender que a vida de um Ser não pode ser barganhada, destruída, extinguida por prazer. Pelo seu prazer. Tire a venda dos seus olhos enquanto ainda há tempo. Amanhã alguém pode desejar deleitar-se com você. Confira mais em: www.ovoodafenix.com.br

O Voô da Fênix

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Pensador.com

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Outras frases de O Voô da Fênix

Presa à Solidão O quarto é grande, vazio, apenas eu e um relógio em minha frente. Estou presa, acorrentada pelos pés e pelas mãos à solidão. O vazio rasga meio peito, corrói minha alma, mata meu orgulho e me desfaz em lágrimas.
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Presa à Solidão O quarto é grande, vazio, apenas eu e um relógio em minha frente. Estou presa, acorrentada pelos pés e pelas mãos à solidão. O vazio rasga meio peito, corrói minha alma, mata meu orgulho e me desfaz em lágrimas. Lágrimas mistas de pena, ódio e dor. Lágrimas indevidas, sujas pela vergonha e incrédulas de a que ponto cheguei. Olho ao meu redor e estou só, perdida no vazio dos meus pensamentos passados, lembranças que já não importam mais. De repente estou na rua, em meio à multidão, mas ainda me sinto só, estou só. Em um instante, o mundo para, as pessoas somem, os pássaros calam, as ondas se acalmam e o silêncio reina. É possível ouvir minha própria respiração, as batidas do coração, até meus cílios se chocarem ao piscar os olhos. Parece único, fenomenal, mas imagine isso tudo dentro de você sempre. Assim é a Solidão, uma sala fechada onde ninguém entre e ninguém sai, não existe nada além de mim, presa as amarras, em pé no meio da sala com o olhar perdido, ouvindo apenas as badaladas. Um relógio que não marca as horas, mas sim a vida. A minha vida e percebo o quanto tempo ainda me resta para sobreviver amargurada na solidão que me foi concedida ou talvez escolhida. Não há como escapar, por mais que se livre das amarras, o vazio mora dentro de mim.

Céu Cinzento Algo que era apenas meu, num piscar de olhos se tornou nosso. Meu egoísmo logo apareceu, tornando minha felicidade duvidosa, meu talento descrente e minha vaidade nula.
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Céu Cinzento Algo que era apenas meu, num piscar de olhos se tornou nosso. Meu egoísmo logo apareceu, tornando minha felicidade duvidosa, meu talento descrente e minha vaidade nula. Meus pés que longe estavam do chão, em um instante o solo tocaram novamente. Tudo era tão puro, sentimentos transbordados de um coração cheio de bagagem, visões de uma alma sincera, pensamentos de uma mente a beira da loucura. Tudo tão verdadeiro, intenso, real, ao virar as costas se tornara banal, vendável por míseras notas sujas de dinheiro. A ganância tomou o lugar da paixão, o stress acabou com a calmaria, a produção em massa roubou toda a pureza e paz de espírito. Mais uma vez algo me foi tirado, rendido dos meus braços, afogando meu coração na profunda tristeza. Como foi fácil um dia ensolarado tornar-se nublado, as nuvens de repente encobrirão os raios de sol, as gotas geladas de chuva esfriaram os asfalto ainda quente, o cinza roubou as cores vivas do céu, a palidez e a monotonia reinaram nesse novo dia. Talvez esse seja meu carma, ver tudo nas palmas das minhas mãos escorrer pelos vãos dos meus dedos tortos, evaporando antes mesmo de tocar o chão. Confira mais em: www.ovoodafenix.com.br

Lágrimas Escondidas Estava presa a um labirinto, andava em meio às sombras, escondendo-me na escuridão, camuflando-me entre as paredes. Sentia-me invisível, mas mesmo assim ele me via. Seu olhar sombrio encontrava o meu, o sorriso sarcástico surgia em seu rosto pálido sujo de c…
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Lágrimas Escondidas Estava presa a um labirinto, andava em meio às sombras, escondendo-me na escuridão, camuflando-me entre as paredes. Sentia-me invisível, mas mesmo assim ele me via. Seu olhar sombrio encontrava o meu, o sorriso sarcástico surgia em seu rosto pálido sujo de carvão. A maldade morava ali. Eu era um ser tão indefeso, como um passado fora do ninho, aos poucos ia morrendo por dentro, apenas suplicando pela infância perdida. Minha inocência fora tirada, minhas bonecas jogadas ao chão, encurralada pelo desespero e tomada pela agonia, busquei socorro em meio à multidão Ajoelhada no chão, me afogando em súplicas e lágrimas, lágrimas sem fim. Todos ao meu redor me olhavam, porém não me viam, eu gritava, mas minha voz era muda, minhas verdades eram mentiras e minhas queixas apenas desculpas. Ah como eu o temia. Meus cabelos encobriam meu rosto triste, as roupas de inverno escondiam meu corpo em pleno verão e a solidão escondia minha aflição. Eu me afundava em um buraco, em meus punhos serrados escondia meu único trunfo, o qual me livrou da maldade. Aquele olhar sombrio nuca mais me encontrou, nunca mais me tocou, mas sua marca deixou. Mesmo em um passado distante as cicatrizes ainda pulsam, minha inocência jamais fora devolvida, o medo nunca desapareceu e ainda posso sentir o frio na espinha e a angustia da mesma menininha que nas sombras se escondia. Confira mais em: www.ovoodafenix.com.br

Redenção Imagine um mundo congelado, sem dor, sentimento, raiva, amor e lágrimas, tudo está petrificado, árvores, carros, culpas e corações. O silêncio é estridente, penetra em cada canto e o frio cortante é a única voz a ser ouvida.
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Redenção Imagine um mundo congelado, sem dor, sentimento, raiva, amor e lágrimas, tudo está petrificado, árvores, carros, culpas e corações. O silêncio é estridente, penetra em cada canto e o frio cortante é a única voz a ser ouvida. Sonhos não existem mais, todos os seres tornaram-se obsoletos, há um grande vazio em toda essa vida que pulsa debaixo do gelo, formado nas entranhas, vindo de dentro pra fora, extraindo todos os medos e anseios se materializando e cobrindo a pele, deixando sem movimentos, pensamentos, apenas uma duvida e arrependimento a cada respiração, até o momento do silencio absoluto, sem fechar os olhos, os segundo parecem horas para admirar toda a transformação. O mundo está em êxtase, todos os seres que o assolam estão paralisados, descrentes e melancólicos, a pouca racionalidade que os resta suplica redenção divina, implorando para deixar para trás todo o passado, na esperança do gelo derreter junto com os todos pecados. Todos os seres esperam a resposta de um ser superior, pela primeira vez houve uma sintonia em prol da humanidade, todas as diferenças deixadas de lado, toda a guerra virou paz, a esperança tomou o lugar das incertezas, cada coração gelado desejava a vida. Mostrando que sempre são seres humanos, enquanto aguardavam a resposta, esqueceram-se de fazer uma pergunta. O mundo está a salvo das pessoas, será que merecemos mesmo uma segunda chance? Confira mais em: www.ovoodafenix.com.br