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Frase de Ivan Luis Roseira da Costa

É janeiro em Angola... Sentado em horário laboral em pausa de recreio, hora de deitar o espírito excitado do decorrer do dia, é hora de o acalmar... Acalma-te tensão, deixa-te levar, reativa-te, deixa-te levantar... Verifico ao longe desvanecendo uma corrente quilométrica sem fim separando o azulado profundo do azulado brilhante claro, o brilho reflexo do sol criando um manto de sonho... Sonhos claros, Sonhos de tamanha imensidão, um brilho penetrante que os próprios olhos oscilam e se ajoelham a sua grande amplitude... São sonhos de um filho que a mãe natureza cria... São sonhos e é janeiro em Angola... no dez + nove eu vejo o Azul profundo.

Ivan Luis Roseira da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Infalival mãe natureza que com a suas linhas de beleza fascinam o nosso consciente, acalmam os nossos corações e alimentam a nossa alma.. Ao contemplar tal beleza sentimos os espíritos que cantam balanceando as folhas e estalando os galhos e em sua volta desfrutamos do gorjear d…
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Infalival mãe natureza que com a suas linhas de beleza fascinam o nosso consciente, acalmam os nossos corações e alimentam a nossa alma.. Ao contemplar tal beleza sentimos os espíritos que cantam balanceando as folhas e estalando os galhos e em sua volta desfrutamos do gorjear dos pássaros que gorjeando massajam os nossos canais auditivos.

Qualquer descrição seria pobre para tentar transmitir tamanha paz, lugares ainda vivos de sementes ora novas que exibem a sua maturidade em grandes envergaduras esverdeadas e braços fortes vividos algemados por folhas carregadas de luz... Impossível interrogar a natureza... E se…
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Qualquer descrição seria pobre para tentar transmitir tamanha paz, lugares ainda vivos de sementes ora novas que exibem a sua maturidade em grandes envergaduras esverdeadas e braços fortes vividos algemados por folhas carregadas de luz... Impossível interrogar a natureza... E se o fizermos não teríamos uma resposta, apenas olhe e viva o momento...

Vemos rostos tristes nos nosocómios, rostos que falam.De roupas brancas passam de um lado para o outro, tensão pelo espaço percorre nas veias dos que aguardam respostas, alivio daqueles que saíem com sorrisos despreocupados pelas deliberações positivas abandonando a cavidade boca…
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Vemos rostos tristes nos nosocómios, rostos que falam.De roupas brancas passam de um lado para o outro, tensão pelo espaço percorre nas veias dos que aguardam respostas, alivio daqueles que saíem com sorrisos despreocupados pelas deliberações positivas abandonando a cavidade bocal daqueles que indagaram o vermelho decorrente das veias azuladas a olho nú... Anjos de branco percorrem corredores, anjos de branco do juramento da precisão e da dedicação...