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Frase de Fernando Azeredo.

Houve uma época em que saíamos para nos divertir, ir num lugar show, com boa música, com amigos, com uma galera legal, a energia era show! Se nos déssemos bem e pegássemos aquela gata ou, no caso delas, aquele gato, mais que perfeito! Hoje a diversão foi quase banida, dando lugar a uma espécie de competição, onde toda espécie de artifício é permitida... De um lado os gatões não são mais o alvo, o alvo são os “fodões”, aqueles que aparentam tudo poder, num jogo de quem banca mais, que invariavelmente bancam muito além do que podem, objetivando levar o(s) prêmio(s)! Do outro lado os prêmios: Um bando de “periguetes” LINDAS em sua maioria diga-se de passagem, saradas, produzidas, que vão à noite todas “empetecadas”, com o nariz mais empinado que não sei o que, que não curtem a festa, nem dançam até serem convidadas para um camarote... Ah o camarote... O camarote no meu tempo era um espaço físico reservado, mais confortável, com mais espaço, melhor infra, melhor serviço, entre outros, no qual podíamos reunir amigos(as), conhecidos(as), parceiros(as) que estivessem dispostos a pagar por isso. Valia à pena! Hoje o camarote é um cubículo que vale ouro onde, invariavelmente, ficamos pior acomodados que na pista junto à plebe! O camarote hoje é um palco que revela grandes talentos, grandes atores(as)... A Globo deveria ficar mais atenta aos camarotes... Uma vez no camarote as periguetes/prêmio passam a dançar e se exibir para a plebe que está na pista, como que já ostentando uma vitória, sentindo-se como uma semi-finalista já... A mais “difícil” geralmente era uma guria LINDA e querida, que todos desejavam e, por isso, em razão da concorrência, tínhamos que reunir muita coragem e nos puxar no papo e na apresentação para abordá-la. Hoje não existe a mais difícil, esta deu lugar a mais cara! É quase um leilão! A mais difícil é a mais fácil, basta pagar! Elas não exigem quase nada, apenas que você pareça O CARA e banque umas champas com muita marra... Freud explica!

Fernando Azeredo.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fernando Azeredo.

Fevereiro, mês de entreveiro, carnaval o ano inteiro, povo alegre e faceiro, povo que fica alheio e se contenta o ano inteiro com a robalheira daqueles que levam seu próprio dinheiro.
Todos nós temos um papel nessa vida, embora não saibamos ao certo nosso roteiro, nem mesmo, às vezes, compreendemos nosso papel. Nosso papel tem a ver com nossas características genotípicas e fenotípicas, aptidões, pensamentos, visões, desejos, medos, etc. Temos nosso conceito a…
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Todos nós temos um papel nessa vida, embora não saibamos ao certo nosso roteiro, nem mesmo, às vezes, compreendemos nosso papel. Nosso papel tem a ver com nossas características genotípicas e fenotípicas, aptidões, pensamentos, visões, desejos, medos, etc. Temos nosso conceito a respeito de quase tudo na vida, no entanto, faz-se necessário a consciência de que esses conceitos são pessoais e subjetivos, fruto das nossas vivências e experiências, ficando, assim, mais fácil aceitar os outros com seus entendimentos, objetivos, prioridades e valores, eis que fruto de vivências e experiências diversas. O que importa de fato é que, diante das incertezas e do incompreendido, sigamos nosso papel de acordo com nossa consciência, buscando a superação pessoal, através de nossas atitudes, sendo o melhor de nós que podemos ser em cada pensamento, em cada palavra, em cada ato. Ao contrário da dramaturgia as cenas que não saíram como queríamos não podem ser refeitas, mas o fantástico é que podemos fazer da cena seguinte a melhor de todas, desde que sejamos humildes para reconhecer que erramos sábios para buscar a superação e fortes e brilhantes para reviver. Muita atenção quando sentir ser mero coadjuvante, retome seu papel de protagonista, tenha em seu elenco os afins e busque sempre a superação com propósito e amor, sempre respeitando, valorizando e aprendendo com aqueles que fazem parte da construção da nossa história. Jamais passe seus dias tentando representar o papel que os outros escolheram para você, pois você nunca será bom o suficiente, apenas atue à sua maneira e seja feliz!

Sempre queremos experiências objetivas e melhoras concretas em nossas vidas (somos eternos insatisfeitos), mas pouca atenção damos às experiências subjetivas que se processam em nossas mentes, as quais, quando alteradas, mudam perspectivas e quebram paradigmas, sendo, portanto, f…
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Sempre queremos experiências objetivas e melhoras concretas em nossas vidas (somos eternos insatisfeitos), mas pouca atenção damos às experiências subjetivas que se processam em nossas mentes, as quais, quando alteradas, mudam perspectivas e quebram paradigmas, sendo, portanto, fundamentais à vivência daquelas. Criamos aquilo que pensamos e, por conseqüência, vivemos, conscientemente ou não, aquilo que pensamos.