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Outras frases de Gilnara

Se eu não tenho você, como vou me sentir viva? Se eu não tenho você, como vou me deleitar com os raios de sol me atingindo a face? Se eu não tenho você, pra quem vou fugir em busca afã de amparo? Quando o mundo emudece, é apenas sua voz que ouço
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Se eu não tenho você, como vou me sentir viva? Se eu não tenho você, como vou me deleitar com os raios de sol me atingindo a face? Se eu não tenho você, pra quem vou fugir em busca afã de amparo? Quando o mundo emudece, é apenas sua voz que ouço Se eu não tenho você, com quem vou sonhar a noite que sobrevoou as nuvens? Se eu não tenho você, pra quem vou adjurar por desculpas quando pisar o pé, enquanto dançamos, entre os casais? Se eu não tenho você, como ter novamente aquele abraço que me pacifica? Se eu não tenho você, como vou voltar a me distrair bobamente apaixonada? Se eu não tenho você, como vou gozar do frio na barriga e das borboletas brincando em meu estômago? Se eu não tenho você, vou a lona todos os dias e não tenho suas mãos leves findando meus cortes? Se eu não tenho você, como ter coragem de me revelar ao mundo? Se eu não tenho você, para quem direi que repita o que disse para que eu me deleite com sua voz? Sua voz sempre me acalmou, como quando um bebê que nasce escuta a voz da mãe ou ainda que falando uma receita de bolo, sua voz magicamente me abrandava. Se eu não tenho você, quem vai me explicar o infinito? Se eu não tenho você, quem vai me dizer que o universo foi feito só pra ser visto pelos meus olhos? Se eu não tenho você, quem me fará acreditar que eu posso fazer tudo? Se eu não tenho você, quem vai se assustar com o toque das minhas mãos gélidas? Se eu não tenho você, em quem pensarei para escrever meus textos? Se eu não tenho você, quem vai enrolar meus cabelos entre os dedos e formar um cacho tosco? Se eu não tenho você, quem vai corrigir meu inglês errado? Se eu não tenho você, quem acreditará nas minhas teorias facilmente refutáveis? Se eu não tenho você, qual nome sairá como um apelido por minha boca? Se eu não tenho você, quem me fará sorrir em meio ao meu pranto com o insidioso intento de cessar eternamente minhas lágrimas? Se eu não tenho você, minhas indestrutível fortaleza se desmancha Se eu não tenho você, quem me amaria gradativamente como o cair no sono? Se eu não tenho você, quem será a resposta da minha dubiez? Se eu não tenho você, me torno alheia ao caos mundial. Se eu não tenho você, eu me torno o caos. Se eu não tenho você, a acromapsia se apossa do arco-íris e é tudo que vejo. Se eu não tenho você, pelo menos ainda terei a mim.

Acordei, me vesti da minha última dose de confiança e fui rumo ao desconhecido. As contas vai se acumulando paralelas a minha frustração. O sonho de viver da escrita segue enraizado mas a cada partir do dia perde a força impulsionadora.
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Acordei, me vesti da minha última dose de confiança e fui rumo ao desconhecido. As contas vai se acumulando paralelas a minha frustração. O sonho de viver da escrita segue enraizado mas a cada partir do dia perde a força impulsionadora. O consumismo e o imediatismo tirou os valores e virtudes, deram lugar fama a todo custo, justificando atitudes vãs e fúteis. A multidão têm seus sonhos resumidos a sonhos comuns a todos. A beleza fez-se padronizada. Com o transcorrer dos anos tentarão findar as rugas com procedimentos estéticos, porém, jamais vão se dar conta do real, que aqueles ditos loucos sim sabem, que a beleza interior nuca perece. Me julguem e digam que não me encaixo e quanto mais isso acontecer mais terei certeza de estar no caminho certo. Tenho a tenaz confiança de que pertenço a liberdade e que padrões não me sujeitam e nem me colocam em suas listas e planos triviais. O crime de pensar fora da caixinha eu cometo e sei que dias supernos virão e findar-se-á toda marca do que é fútil e limitador.

O meu maior consolo encontro nas palavras que me circundam e me abraçam. As palavras vão se juntando, formando poema, poesia, música, nasce emoção, nasce vida até nos dias mais cinzas. As palavras impulsionam meu sonho de independência em meio a intensidade da adolescência, apoi…
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O meu maior consolo encontro nas palavras que me circundam e me abraçam. As palavras vão se juntando, formando poema, poesia, música, nasce emoção, nasce vida até nos dias mais cinzas. As palavras impulsionam meu sonho de independência em meio a intensidade da adolescência, apoiam meus anseios de ganhar o mundo, me libertam das amarras da ignorância. As palavras banem as dores e desvendam os maiores enigmas do universo que somos nós seres humanos. As palavras revelam e findam os danos fomentados pela tristeza interna. Assim, as pessoas se vão, todavia, suas descobertas ficam imortais em suas palavras. Diante de tais cisões conflitantes predilete sempre o falar entre o sofrer e o chorar.

A menina chora e não encontra consolo em nenhum abraço. Mas uma vozinha sempre esteve a te consolar e agora se parece atrevida, dizendo que dá conta do recado. Essa voz sempre esteve presente e ajudou nas escolhas.
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A menina chora e não encontra consolo em nenhum abraço. Mas uma vozinha sempre esteve a te consolar e agora se parece atrevida, dizendo que dá conta do recado. Essa voz sempre esteve presente e ajudou nas escolhas. Nas noites em que ela usava o travesseiro do lado que incomoda pq o outro tava encharcado de suas lágrimas. Nos dias em que escapava pro banheiro pra chorar sozinha, lá estava a vozinha conversando com ela. Na primeira desilusão amorosa, na promoção no trabalho, no fim do dia exaustivo, ela dizia sobre um futuro utópico e sobre as recompensas que a vida lhe traria. Essa voz nem sabe mas se a garota continuou foi por causa dela. Mas espera da onde vem essa voz? E olha só, vem daquela garota que ela nunca imaginou que o que ela sempre pedia tava dentro de si o tempo todo.