Frase de luciano reis
PRISÃO DO POEMA As minhas lágrimas que se ergueram como rochas escarpadas Por não poder conter meu sofrimento As raivas que não cansavam de morder As pedras que não deixavam de bater… Era inocente o meu destino nesta vida Era mentira quando me olharam como um crítico do Estado! Mas era verdade quando me levaram de cansado, Preso…, sem qualquer razão precisa! Naquele local, longe da vida… Em que à minha volta somente respondia a ausência Em que só a minha alma ouvia Numa vaga transparência!... Cantei meu sonho torturado, Aos fantasmas que paravam na noite As paixões que nunca foram divulgadas, Ao Cristo que as ouvia, magoadas!
No pensador.ai desde