Frase de Diego Biggy Monthi
A poesia é o universo. Já fui poeira, sou carbono e serei o verso. Não sou criação, sou evolução. Quem usa o cérebro move o coração é racional, evolui, controla a emoção. A vida foi complexa, hoje é lógica; cognição. Quando deixa de ser lógica, vira religião; involução. Acreditar no que não existe é imaginar, inanimar; abstração. Use os sentidos, não em vão; tenha noção. Nessa explosão sigo em dimensão; me vejo no começo pelo telescópio que trás a imensidão. Minha natureza observa como olho do furacão; visão. Enxergando em 3D, a invenção óptica da ilusão. Detritos mitológicos causam conflitos tipo meteoritos; vórtex. Deixando cadente a estrela córtex; moral. contra acidez desses planetas eu uso cal. crença sem sal no meu marmitex. Pré-sal minha natureza, t-rex meu códex. Quem não preserva vive em pré. Em preconceito unissex. segregando, pregando na cruz; sem flex. Predestinando a vida do mané; isso não me induz. Premeditando atrás do livro; Julgam e deduz. Repreendem em nome de Iavé e Maomé; guerra, pose, status. Em baixo do braço a sagrada contradição migué; buscam pretexto na (estória)de Adão, Eva e Noé; querem comandar tribos, igual a Pajé; forcas; templos são ocas para cabeças ôcas. Estão em coma no setor gospel do sus, adoram imagens e pintam cores em Jesus; não reluz. Da doença mental teocrática eu sou o pus; ficam jururus. Só porque acordei e na seca me conservei como a água nos mandacarus. enquanto eles te sufocam, eu prolifero oxigênio, efeito algas azuis; forte como mastruz, compus; faço jus. Em formação tenho Anos-Luz, me formei estrela; tipo Vénus. Giro junto com o planeta em transverso, radioativo vivendo no inverso. Bactéria, hominídeo minha origem. Sou vestígio sem vertigem. Das cavernas, primata, humano, chimpanzé; botânico, carvão, fuligem. Trago pra natureza as sementes, orgânico igual café; como fruta, tomo chá, cheiro rapé e fumo narguilé; caminho, piso no solo, onde tá seco eu molho; fazendo milagre; planto folha, verdura e como carne. Sem a incoerência da crença na inexistência; ser livre pra pensar, essa é a ciência. Existir, sempre incomodou a fé; na água não andei, flutuei; pois usei a mente, não o pé. Dedos de seta irão chamar de blasfêmia e outros de Tomé; bláblábá. porém vivo a realidade junto a natureza fluindo no igarapé; chuáaa. Não sabemos ao menos falar o "Português" nem "Inglês"; só (Oss) Japonês. mas a língua dos anjos é a moda da vez; tipo (Yin-Yang) Chinês, esqueceram de falar o tupi-guarani, vou relembrar; que sou guerreiro indígena de sangue afro, axé ; amanajé da Bahia; Pankararé, Kiriri, Kantaruré, Pataxó, kaimbé. Não sou ateu nem fariseu, sou apenas eu, te lembrando quem você é; mas esqueceu no museu. Vivo a realidade por isso sinto, respiro, suspiro e transpiro. Escrevendo; eu me inspiro desde a pedra, couro e o papiro. -Diego Biggy Monthi
No pensador.ai desde