Frase de Denise Valentim
“Nascendo de mim” Qual dor é essa que sangra... Tão transparente em minha face? Uma espécie de corte na alma! E não há tempo que passe... Não quero subir mais às escadas do medo! Degrau por degrau... Voltar cansada de tanto correr! Chegar caindo os cabelos, agarrada a mim mesma. Uma espécie de loucura e repetições, Que se definem... Fico sem ações! Paraliso as pernas e digo amém... Não preciso mais acordar... Como antes desejei! Preciso tocar minhas mãos... Segurar minha alma e sentir o vento no rosto! Ter um pouco mais de calma. O silêncio da estrada! É o que sinto pesar... Estou acabando! Em meios olhares que me fazem chorar... Estou rasgando a nado os rios que me afogam, E morro em mim mesma, nascendo! 07/2016 https://www.facebook.com/VidaAires/ Publicado na página @Vida Poética no mês 07/2016
No pensador.ai desde