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Frase de Ronaldo M. Rangel

Há quanto tempo estamos no fim dos tempos, quantos que já se foram falaram o mesmo e suas sementes cresceram diante do fim e no fim que seus olhos ainda em vida contemplaram; se acharam em caminhos e andaram, pernas firmes e passos fortes caminharam, sem medo, sem remorso, com a vista em seu caminho para que não pudessem viver a agonia do fim dos tempos a qual seus antecessores viram, viveram, temeram os acontecimentos diante de suas faces, acontecimentos esses que pessoas como ele eram a causa eminente do fim dos tempos, perdidos em passos tornaram-se andarilhos e com poeiras da estrada da vida se esconderam em meio à névoa no seu tempo.

Ronaldo M. Rangel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Durante a caminhada não percebemos quase nada, em tempos e frios em nós o céu é despercebido sobre nossas cabeças, tudo que vemos são apenas aquilo que queremos, diante do escuro somos o nada quando não atamos nossas realidades com nossas pegadas. As vezes o céu se abre sobre nós…
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Durante a caminhada não percebemos quase nada, em tempos e frios em nós o céu é despercebido sobre nossas cabeças, tudo que vemos são apenas aquilo que queremos, diante do escuro somos o nada quando não atamos nossas realidades com nossas pegadas. As vezes o céu se abre sobre nós, nossa alma grita no interior da nossa escuridão, rasgando páginas de nós mesmos na esperança de nos emendarmos diante da luz que clareia nosso ser, que nossos distraídos olhos não vê...

O homem é um sonho bom, sonhado por uma mente não revelada, no leito a cama, uma estrada. A cada lugar uma vida jogada à deriva no mar do tempo, sem rumo certo como o vento. Cada vida num lugar, remada do remo, o som das velas ao vento, navegando estradas distantes como navios es…
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O homem é um sonho bom, sonhado por uma mente não revelada, no leito a cama, uma estrada. A cada lugar uma vida jogada à deriva no mar do tempo, sem rumo certo como o vento. Cada vida num lugar, remada do remo, o som das velas ao vento, navegando estradas distantes como navios esquecidos sem via, o instante eterno momento. O frio corta a alma do marujo na solidão a bordo de si, navegante ele segue avante, ofuscado pela névoa e neblina que lhe molham o triste semblante, tenso e confiante, não ri.