Frase de Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Em silêncio revisitei os poemas como forma de resposta poética ao amor que encerrou as portas. Ser amada é claro que importa. Se crê naquilo que não vê, não sou eu que vou mais lembrar do que ficou atrás. Deus sabe o quê faz. Eu bem queria desacreditar, já não te conheço mais; muita falta você faz. Inclusive, em datas solenes. Um amor perene não se compra, não se vende e não se prova; amor que é amor é para sempre. Amor que é amor encontra jeito. Não sou mulher que se esqueça, sou flecha que se honra no seio, cumplicidade e amor bem feito. O meu coração ainda chora. Em oração escrevi as prosas ao amor que importa muito como se planta mil rosas. O amor não escolhe outras vias. Em recolhimento supero a sua falta de diálogo, eu assim decreto. És o meu porquê, e eu a tua razão. Uma tristeza de amor não cura pelas mãos de outro amor apenas se condena a secura. O meu coração vibra, é feito de fibra. Ontem, escrevi até um poema no afã de te fazer país reconquistado, foi letra semente para o amado.
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
No pensador.ai desde