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Frase de Tiago Amaral

O Vazio Todos aqueles que calculam não amam. Ou não sabem amar. Só existi em plena consciência universal uma única forma de amar. Ou seja, um único amor. Aquele que provem da verdade. E na própria imensidão universal residi a própria verdade e dela o próprio amor. Não existi tipos de amor. Só existi no universo uma única lei universal. Que é o próprio amor que provem da própria verdade. A força criadora que rege o universo é própria força que a tudo que vivi no universo faz-se uni. Como se todos os organismos se tornasse uma só grande cadeia universal ou consciência universal. O que existi na consciência humana são diferentes níveis de se sentir. O que depende sempre do grau da própria evolução espiritual no qual o próprio individuo se encontra. Do quanto sua alma e mente ainda não foi destruída pelos costumes sociais. Tudo que o indivíduo vivi com falta de consciência são como ilusões. Então para o amor nada importa. O Amor passa a ser então a única coisa que realmente importa. Não só a própria capacidade de amar, mas de se tornar o próprio amor. A própria fonte de amor. Então integro ao universo e a sentir as próprias leis que rege o próprio universo. Não mais dependeras dos próprios olhos, mas do próprio sentir. Compreenderas e sentiras por fim o vazio. Se enchendo de força e de energia. E de amor por todas as coisas que no universo existi. – Tiago Amaral

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.