Frase de Giovane Silva Santos
O horizonte do homem Uma viagem com paradas diferentes. Um café na tristeza. Um lanche na riqueza. Um almoço saboroso. Um jantar amargo. A jornada continua. Angústias e amarguras. Alívio e esperança. Aflições, preocupações, pecados e muitas reclamações. Flerte constante entre o limiar dos opostos. Felicidade e muita realização. Enfim, sim, continua a jornada. Ora equilíbrio, ora oscilante. Vai tecendo o homem o seu horizonte. Singularidade jamais. Aliás. Peculiar, impar cada um e cada qual. Mas as manifestações, as situações são termos do plural. Homem bom e homem mau. Homem sereno, homem irracional. O universo não pode nunca ser geral. A identidade da semelhança. A criação diferente o homem domina a confiança. Homem eclético, em que toda via o toar entra numa enquete. Quantos juízes, quantos tribunais. Até parece que não importa. Aberto as compotas, dos rios correntes. Aprisionados por elos. Dado que o essencial é apenas um. Viver é entender que existe um julgamento singelo. Enquanto não chega o fim de cada profecia. Apocalipcamente, diariamente. Os selos abertos. As taças, os castiçais. Subentende superficial. Mas o juiz é real. Todos os dias. São variadas fontes. Requer cuidado. Viver é perigoso, é ser desafiado. Repito, do meu baixo pensar e imaginar. Daquela oração no monte. O horizonte do homem. O homem e seu horizonte. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde