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Frase de Aline Bermejo

Quando eu te vi passar a minha porta naquela noite, você não estava entrando apenas na minha casa estava entrando no meu mundo, mudando a minha realidade e levantando velhos castelos de sonhos há muito esquecidos. E eu tive naquela hora, naquela noite a esperança de que tudo mudasse e alimentei um sonho bobo de que agora você iria ficar, e seria meu. Pena, hoje eu descobri, eu enxerguei que isso nunca acontecerá. Você nunca vai ser além do que é pra mim. E eu, impotente não posso te obrigar a retribuir todo o meu amor. Não posso mudar e consertar você. Por isso hoje, meu amor, eu desisti. Eu não vou mais machucar a mim mesma querendo te ter, querendo que você estivesse aqui agora e que tudo fosse diferente. Eu desisto! Desisto de querer saber de ti de manhã e olhar desesperada o meu telefone procurando mensagens suas, desisto de deixar aquela bolinha verde ao lado da sua foto no facebook iluminar todo o meu dia, eu desisto de esperar o seu sorriso prateado bater na minha porta e me arrebatar dessa realidade e me fazer esquecer porque eu não deveria ser tão legal com você. Você nunca vai ser meu, você está aqui e eu te vejo e eu amo tudo em ti, mas não te tenho, você nunca vai ficar. Eu estou tão cansada, não quero mais esperar e esperar tudo mudar. É assim que eu me despeço deste último sonho. Adeus.

Aline Bermejo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Aline Bermejo

É assim, um pouco disso e um pouco daquilo e voltamos para o eixo. É bom lembrar que as vezes o mundo precisa parar de girar, e mesmo que naquele momento breve e vertiginoso nos sintamos perdidos, é aquele momento e apenas ele que pode por vezes nos devolver a paz. E nos tirar do…
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É assim, um pouco disso e um pouco daquilo e voltamos para o eixo. É bom lembrar que as vezes o mundo precisa parar de girar, e mesmo que naquele momento breve e vertiginoso nos sintamos perdidos, é aquele momento e apenas ele que pode por vezes nos devolver a paz. E nos tirar do tédio e da agonia de horas insípidas, de memórias de gosto amargo. Todo mundo uma hora ou outra precisa ser resgatado, a sorte é de quem tem alguém que o resgate e a quem resgatar.

Você sabe saudade? Aquela que vem sem avisar como um vento quente que toca a nuca, trazendo de leve o seu cheiro. Aquela mesma que é doce e molhada como o primeiro toque dos lábios num copo de água gelada no calor de meio-dia, que traz de leve o seu gosto, o doce salgado da sua…
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Você sabe saudade? Aquela que vem sem avisar como um vento quente que toca a nuca, trazendo de leve o seu cheiro. Aquela mesma que é doce e molhada como o primeiro toque dos lábios num copo de água gelada no calor de meio-dia, que traz de leve o seu gosto, o doce salgado da sua boca. É assim que não sinto agonia mas um prazer largo em te esperar, uma graça e uma alegria esperando o momento em que estes meus olhos cansados vão tocar a sua imagem e o meu coração vai disparar, eu vou te abraçar e tocar os seus cabelos. E os nossos rostos, os nossos gostos, as nossas roupas vão se confundir e não estaremos mais sós.

Nos salões do triste e do vazio, junto com a alma pálida da solidão, a bailarina dança sozinha, nas pontas de pés descalços, os seus dedos frios traçam no chão a história da sua vida que desta mesma maneira, em pontas de dedos, se tornou o que é agora. Um amor vazio, numa tarde c…
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Nos salões do triste e do vazio, junto com a alma pálida da solidão, a bailarina dança sozinha, nas pontas de pés descalços, os seus dedos frios traçam no chão a história da sua vida que desta mesma maneira, em pontas de dedos, se tornou o que é agora. Um amor vazio, numa tarde chuvosa e cinza como esta, ela pensa em desistir e se cansar, mudar; mas é muito tarde para deixar pra lá, é muito tarde pra deixar de ser quem se é, e mesmo o orgulho ferido da bailarina é pouco, ela está atada a essa realidade assim como as fitas de cetim nos seus tornozelos.

Ele roubou sim, roubou a calmaria das horas sem fome da minha vida. Roubou a paz das minhas tardes e sossegos dos dias de semana sem ansiedades. ele roubou na medida em que me devolveu também, um frio na espinha, um suor nas mãos, devolveu uma vontade de sorrir sem motivo, uma lá…
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Ele roubou sim, roubou a calmaria das horas sem fome da minha vida. Roubou a paz das minhas tardes e sossegos dos dias de semana sem ansiedades. ele roubou na medida em que me devolveu também, um frio na espinha, um suor nas mãos, devolveu uma vontade de sorrir sem motivo, uma lágrima sentida por qualquer deslize bobo...