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Frase de Rebecca Salomão de Carvalho

É preciso conscientizar-se E tudo acontecer... Para compreender, se defender O homem primitivo, seu ato instintivo O homem atual, sua consciência racional É tempo de se inteirar Compreender, descobrir, desfuliginizar Do nacionalismo à globalização A energia nuclear, a genética, a comunicação A conquista do espaço sideral O progresso do homem social As novidades tecnológicas As estratégias mercadológicas As ciências humanas e sociais A espiritualidade e os paranormais O conhecimento do Universo A civilização e o progresso As leis, os preceitos, as normas A conduta do bem-viver As fórmulas, as fôrmas, as formas Mas não somos mais inteligentes Somos descendentes e decadentes Nos importamos com o que é humano Nos esquecemos do ser humano Se é preciso conhecer e de tudo nos defendermos As doenças e a medicina Os comportamentos e a psicologia A obscuridade da tecnologia A ascensão da decadência O materialismo e a demência Difícil mesmo é ser natural Coração compreensivo Sem atmosfera artificial Viver no luxo quando não passa de lixo Conforto na cidade e no mundo ao redor Enquanto perdura, ao nosso lado A discriminação, a fome, a dor E mais distante vai ficando A solidariedade, a solução, a sanidade A reforma no Sistema A integridade social E a realidade atual É um homem crucial Que este Natal e Ano Novo restituam à nossa memória não apenas o nascimento de Cristo, mas seu significado: O Cristo da Palavra, da Pregação, do Milagre, pescador de Peixes e de Homens. O Cristo que morreu na cruz por nós e nos ensinou que o sacrifício pelo amor vence o derradeiro lance, e que é possível viver – e morrer – para os outros e pelos outros. Que a paz possa vir ao encontro de todos nós, que sejamos representantes de Deus na defesa dos ofendidos, na inumerável legião dos pobres, dos oprimidos, dos discriminados e vitimados por amor a Deus, a sua raça, a justiça, a liberdade e a Paz!

Rebecca Salomão de Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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SILÊNCIO Se isolou, se fechou em sua concha protetora. Se privou de tudo e de todos.
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SILÊNCIO Se isolou, se fechou em sua concha protetora. Se privou de tudo e de todos. Estava convicta de que o silêncio a reconfortaria.

PERGUNTE AOS VENTOS O que me chamava a atenção era o fato de que, mesmo vivendo 100 anos, talvez nesse espaço de tempo relativamente longo ele jamais teria noção do quanto era especial para mim. As pessoas são tão mágicas quanto assustadoras, mas ele parecia sempre estar envolto…
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PERGUNTE AOS VENTOS O que me chamava a atenção era o fato de que, mesmo vivendo 100 anos, talvez nesse espaço de tempo relativamente longo ele jamais teria noção do quanto era especial para mim. As pessoas são tão mágicas quanto assustadoras, mas ele parecia sempre estar envolto naquela magia em forma de carinho e cuidado. Ele não sabia – provavelmente nunca saberá, mas eis um segredo: ele me fazia bem. Não da forma erroneamente interpretada pelos adultos; troca de interesses, mera companhia para saciar a solidão ou estar com outro na tentativa desesperada de ocultar o vazio e o nada que pairam em seu próprio interior. Ele me fazia bem na pureza do sentimento de crianças; a pureza e aquele sentimento sublime eram a base de tudo. Então, o avistei vindo lá longe, quase sumindo no horizonte. Meu coração entrou em seu corriqueiro descompasso; soltei o cabelo, tirei o óculos e aguardei ansiosamente sua chegada enquanto meu interior parecia ser dilacerado pela ansiedade e pelo som do ponteiro dos segundos que transformava toda aquela cena em uma eternidade. Ao se aproximar, sorriu, exibindo aquele habitual sorriso perfeito o qual eu tanto admirava – ele era o borrão com o sorriso mais lindo que eu jamais imaginaria ter a oportunidade de conhecer.

Olhei dentro dos seus olhos e percebi a presença de densa amargura, angústia; de uma pessoa que passou pela vida e reteve apenas o que havia de mal nela. Ele, então, desviou o olhar e o direcionou ao infinito, onde lá distante ocorria o pôr-do-sol. Os tons avermelhados do céu se…
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Olhei dentro dos seus olhos e percebi a presença de densa amargura, angústia; de uma pessoa que passou pela vida e reteve apenas o que havia de mal nela. Ele, então, desviou o olhar e o direcionou ao infinito, onde lá distante ocorria o pôr-do-sol. Os tons avermelhados do céu se confundiam com o coral de sua blusa e com as manchas que o pigmentavam ao redor dos olhos — a essa altura, já começavam a ficar marejados. Virou-se, nesse momento, vagarosamente a mim e voltou a fitar-me com o mesmo olhar pesado e vazio de antes. Estava inerte. No entanto, dessa vez, havia um grande diferencial: o que estava estampado em seus olhos era a sua própria essência, fruto de toda uma existência perdida, em vão, inglória. Levantei, e, como a caça que foge de seu predador pronto para dar o bote, fui saindo de fininho...