Frase de A Gustavo M Correa
"A vida precisa do vazio. O mundo coloca rótulos, quando deveria olhar com amor. Em cada vazio, há um potencial."
No pensador.ai desde
"A vida precisa do vazio. O mundo coloca rótulos, quando deveria olhar com amor. Em cada vazio, há um potencial."
No pensador.ai desde
VERBUM FONS GRATIAE: AVE LUX MUNDI Ó escuridão, tu guardastes em Teu Segredo a sagrada luz que toda a humanidade suplica! Levanta-te, ó gloriosa Presença que caminhou entre os homens! Tua voz foi ouvida, e teu exército marcha em direção à tua criação. Levanta-te de Teu Trono e…
VERBUM FONS GRATIAE: AVE LUX MUNDI Ó escuridão, tu guardastes em Teu Segredo a sagrada luz que toda a humanidade suplica! Levanta-te, ó gloriosa Presença que caminhou entre os homens! Tua voz foi ouvida, e teu exército marcha em direção à tua criação. Levanta-te de Teu Trono e livra teus filhos do abraço frio da morte! Faça o céu e a terra estremecerem com Teu poder, pois Teu brilho faz o sol se curvar diante de Ti. Todas as estrelas do firmamento são as joias de Tua coroa e, sob Teus pés, as montanhas se estremecem com Teus passos, para que todos os reis da escravidão temam Tua gloriosa Presença. Glória ao Soberano de todas as nações, que caminha no meio das criaturas de mais puro fogo, que cantam o nome do Senhor: Kadosh, Kadosh, Kadosh, Adonai Tzevaot! Tu és "Ave" que surge para mudar o mundo; assim és o Espírito da Graça que habita no centro de toda a existência. Avis spiritus qui habitat in corde omnis existentiae. Veni, Sancte Spiritus, fons omnis gratiae. Verbum in Omni
Tu és ave que surge para mudar o mundo, assim és o espírito da graça que habita no centro de toda a existência.
A CALIGRAFIA DO ESQUECIMENTO Sobre nós, nem mesmo a minha sombra que rasteja no chão sabe os versos que contávamos para o silêncio; e nem mesmo os lugares que guardamos na memória carregam lembranças sobre nós. Um dia fomos presença em nosso pequeno instante, e fomos o própri…
A CALIGRAFIA DO ESQUECIMENTO Sobre nós, nem mesmo a minha sombra que rasteja no chão sabe os versos que contávamos para o silêncio; e nem mesmo os lugares que guardamos na memória carregam lembranças sobre nós. Um dia fomos presença em nosso pequeno instante, e fomos o próprio presente do instante. E, mesmo que eterno, o tempo leva tudo ao esquecimento. Somos dois abismos no profundo de nossas memórias, memórias perdidas entre o real e as imaginações. Se um dia fui o herói nas tuas lendas ou o vilão na sombra das tuas lembranças, tudo o que posso esperar é a ausência de nunca saber. Sou a sobreposição da verdade que jamais compartilharemos. Em nossos pensamentos, os versos que contávamos se vão em direção ao esquecimento — a caligrafia apagando o que um dia fomos. Então, o último conto, um eco que retorna ao silêncio; e assim, restando em nós apenas a lenda, a verdade que jamais saberemos um do outro.
O VERBO E A ANATOMIA DA ESCUTA Verbum in Omni Audire Omne Verbum Não advém o homem dar crédito entre as vozes do divino para que a mesma seja ouvida, pois a palavra, por si, é o próprio verbo e o próprio divino.
O VERBO E A ANATOMIA DA ESCUTA Verbum in Omni Audire Omne Verbum Não advém o homem dar crédito entre as vozes do divino para que a mesma seja ouvida, pois a palavra, por si, é o próprio verbo e o próprio divino. Assim, o peso de uma palavra pode ser ouvido equivalente à moral do mais puro entre os homens. Saber ouvir torna-se o maior dom da consciência, para que, de fato, saiba ouvir a melodia das bocas dos homens mais impuros entre os miseráveis e saiba reconhecer o verbo, que é puro, e que ali o divino faz morada. A divindade reside no verbo, ecoa entre os sinos das catedrais e no som do tambor. Um brilho, um cântico ancestral, o maior presente, a maior presença, que clareia o homem em sua própria escuridão.