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Frase de Pernambucarei

O que tu busca? Vejo nos teus olhos uma nuvém escura, É uma busca incansavél de cura, Tuas lagrímas lavam tua alma, Mas tua dor corta, sagrando a carne crua, Tens medo? Vejo tua luta, Enquanto dá um gole, Se aproxima do porre, Com um som de uma boa musica, Correr pra que? pra se esconder daquilo que já se vê, Chorar por que? Se já se foi, sem ao menos dizer O tamanho do amor, Aquele que só se sente e não se vê.... Acredite, O que dizem por ai é que o amor se encontra a cada esquina, Mas esses amores abre feridas, Te deixa vago em um imenso vazio, Te deixa "dormente" no frio, E por mais um fio, eu fiquei, Fiquei, Pra fazer com quê, Ninguém mais vá sem saber o quanto amei você...

Pernambucarei

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Pensador.com

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Outras frases de Pernambucarei

Sempre se pergunte se os passos são grandes, Se é preciso se libertar das grades, Se antes de falar é o que sente de verdade,
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Sempre se pergunte se os passos são grandes, Se é preciso se libertar das grades, Se antes de falar é o que sente de verdade, Se é preciso está preso para amar a liberdade, Se é preciso faltar para sentir saudade, O tempo passa rasteiro, Nada aqui é perfeito, Não adianta pensar no que podia ter feito, Nada volta, E a tua revolta pode até dar sentidos diferentes a história, Mas o fim é o mesmo, Isso aumenta teu desespero, Vai demorar para se sentir inteiro, Você já nem lembra mais o gosto do beijo.

Eu te jogarei em um abismo, É de fascino que vive um belo desequilíbrio, Onde nas pontas do teu dedo, se descobre um toque que me levou a um abismo,
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Eu te jogarei em um abismo, É de fascino que vive um belo desequilíbrio, Onde nas pontas do teu dedo, se descobre um toque que me levou a um abismo, Dizem que é instinto, um homem viver a declínios, se comprimindo para não ser corrompido, É de desejo que faz a carne perder o medo, É de verdade, que se sente saudade daquilo que não foi vivido, De onde vem tuas histórias? Passaram horas a discutir a lei da sobrevivência, E sem ter ciência, de vento frio tocou o ar, Algo puro que por um surto, A loucura ocupou, Destemido a viver algo tímido, Passou o tempo a escrever, Onde vive a essência, sem perecer, caminhou ao o início, A tua pura culpa pediu desculpas, Com a aura escura, observou a lua, Voltou as ruas a procura de outra alma nua. Debruçou e se alimentou, Com a intensão de alimentar o buraco, Só que se tornou mais vago, Só pelo medo de outra vez se entregar.

Em vestes com pouco pano, Eu te vi aos prantos, Te coloquei no colo,
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Em vestes com pouco pano, Eu te vi aos prantos, Te coloquei no colo, Acariciei teu cabelo, No fundo aquele solo, A maquiagem borrada, As lagrimas caia, Se sentiu roubada, Levaram o que tinha, Beberam teu vinho, Mancharam tua alma, Mas procura calma, Enquanto me abraçava, Eu sentia o pulsar do seu coração, Não sei se chorava de dor ou pela letra da canção.

Se é paz que tua vinda me traz, já não sou capaz de discernir, E essa vontade que me invade, de te incluir em cada parte, ainda quando existe coisa incompleta em mim, Te colocar em um lugar seguro, longe de alguns distúrbios que faz morada aqui,
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Se é paz que tua vinda me traz, já não sou capaz de discernir, E essa vontade que me invade, de te incluir em cada parte, ainda quando existe coisa incompleta em mim, Te colocar em um lugar seguro, longe de alguns distúrbios que faz morada aqui, Lugar seguro guiado no escuro, onde só o toque descobre o que a voz já não fala, A sensação de bagunça, que aguça o olfato, que de tão forte se faz presente, junto com o tato ao encostar no teu corpo que em poucas vezes senti quente, Você é diferente, talvez de todos as viagens que já fiz na mente, Causando embriagues, eu nem precisei beber para te descrever.