Frase de José Sócrates
Teia do Fantasma Um fantasma acariciando suas vestes. Um bicho seda se espreguiçando no meio de um favo de mel. Tecendo ruidosamente uma teia de aranha confortável. Tentando capturar ele mesmo.
No pensador.ai desde
Teia do Fantasma Um fantasma acariciando suas vestes. Um bicho seda se espreguiçando no meio de um favo de mel. Tecendo ruidosamente uma teia de aranha confortável. Tentando capturar ele mesmo.
No pensador.ai desde
Somos amigos Eu queria um beijo, um abraço de saudades com sinceridade. Externalizar enfim, aquilo que há de abstrato em mim. Sobre você. Temos tão pouco tempo por aqui, hoje tudo é tão moldável. Fluído numa correnteza fria de sentimentos frouxos. Segmentado em classes e postura…
Somos amigos Eu queria um beijo, um abraço de saudades com sinceridade. Externalizar enfim, aquilo que há de abstrato em mim. Sobre você. Temos tão pouco tempo por aqui, hoje tudo é tão moldável. Fluído numa correnteza fria de sentimentos frouxos. Segmentado em classes e posturas onde o vil metal prevalece. Queria, amigo que sou, ser irmão na presença transcendente que não posso aqui explicar, e que distância alguma, esquecimento meu, teu tu terás.
EU GRITO DESEJO Teu corpo é maravilhosamente bem desenhado. Não sei por qual motivo se desfizestes de teus laços. É só o teu lado mais feminino que entende porque passo as noites e madrugadas escutando Jazz. Talvez e só talvez, decifrando na melodia o meu real desejo. Sujando as…
EU GRITO DESEJO Teu corpo é maravilhosamente bem desenhado. Não sei por qual motivo se desfizestes de teus laços. É só o teu lado mais feminino que entende porque passo as noites e madrugadas escutando Jazz. Talvez e só talvez, decifrando na melodia o meu real desejo. Sujando as paredes brancas do meu quarto, com a perversão do estar com o real você, que não é tu, mas, um de nós. Movendo-se em mundos pequenos. Paralelos, eu não posso vê. Um embaço de fumaça e poeira se foi dançando, fazendo movimentos cadenciados como a melodia doce e amarga que senti um dia ao te experimentar profundamente.
Imagem A mão do encaixe, fraca, nunca encontra a porta de saída. Próxima parada, um destino meio clandestino, de se vencer vontades. Se cegando a passagem. Faz tempo que não te vejo e sinto saudades.
Um cartaz em 3x4 Não se tem mais o que se criar Não me mostra agora, o que te fazia e esvazia
Um cartaz em 3x4 Não se tem mais o que se criar Não me mostra agora, o que te fazia e esvazia O mês já está no meio, perto dos trinta Lua bonita não veio O Sol só aparece pra brindar, brincar com fim de tarde E você, só vejo em cartaz de '3x4'