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Frase de Delegado Adriano Peralta

“JOÃO E SEUS PÉS DE FEIJÃO. Na pequena propriedade, e com certa dificuldade, vendia na cidade o fruto da produção. Ouviu de um alcoviteiro, que isso não ia vingar, porque não dava dinheiro e que num tempo venturo, no banco devia emprestar. Com a escritura na mão, pro banco seguiu o João e de lá saiu animado, deixando consignado o seu pedaço de chão. Porém, na safra seguinte, a chuva não foi parceira e deixou o pobre coitado, perdido e abandonado - sem dinheiro na gibeira. Com o fim da parceria, mudou pra periferia, de favor na casa da tia. Foi pro bico de boia fria, e de tanto pensar na desgraça, João se entregou à cachaça e migrou-se pro banco da praça. Hoje vive no submundo, maltrapilho e sujismundo e ainda lhe deram a pecha de preguiçoso e vagabundo. Seu sítio foi a leilão e quem comprou foi um “João” , que é dono de uma empreiteira e de uma família bacana e que da mesma desfruta em algum final de semana. De uma mesma terra brotou dois “João”: o que faliu trabalhando e o que lucrou descansando.”

Delegado Adriano Peralta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Palestra motivacional, audiência pública, assembleia de condomínio e colação de grau. Tem convite de evento que atemoriza (causa comichão e ojeriza). “
“PACIÊNCIA é uma flor rara, difícil de ser cultivada. Poucas pessoas a semeiam. Quando surge o primeiro broto, qualquer imprevisto o aniquila e impede o florescimento. Requer muita dedicação e desprendimento. Nas regiões urbanas ou com grande concentração de pessoas é sempre mais…
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“PACIÊNCIA é uma flor rara, difícil de ser cultivada. Poucas pessoas a semeiam. Quando surge o primeiro broto, qualquer imprevisto o aniquila e impede o florescimento. Requer muita dedicação e desprendimento. Nas regiões urbanas ou com grande concentração de pessoas é sempre mais difícil cultivar a PACIÊNCIA. Muitos não conseguem mantê-la simultaneamente em casa e no ambiente de trabalho e acabam optando por um lugar fixo onde ela se adapta melhor. Dizem que é muito útil para quem convive com idosos e crianças. Por uma razão desconhecida, muitas famílias não conseguem manter o cultivo em ambientes com adolescentes. Para os amantes dessa espécie, é preciso insistir na empreitada: semeando, regando e cuidando. A cada vez que ela perece, tente um novo recomeço, porque a beleza da florada compensa o sacrifício e o preço. “