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Frase de Clarice Junqueira

Metalinguagem Pressinto poema, a rima me invade Me cerca por cima, abafa a prosa Martela na alma, me urge e arde. Escrevo com calma a rima teimosa. Na cama, pijama, controle, marido É quando a rima aparece perfeita Prometo jamais esquecer e repito Mas é poesia e precisa ser feita A prosa me ronda tão chique e nobre A rima invade, covarde, " chinfrim" Em prosa sou ouro. Rimando sou cobre Rima é poesia que exala de mim Ml Não quero a rima Nem rica nem pobre . A prosa é ouro, rimando é cobre. Eu tento a prosa: medrosa, padeço. Em rima, sou asa. Se prosa, sou gesso. C

Clarice Junqueira

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Pensador.com

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Haicai do ganho em se perder Foi-se embora ñ restando nem carinho nem saudade? Já foi tarde, já foi tarde..."
"Poesia é palavra que sobrevive ao tédio dos dias. E martela, ressonante. Até virar papel. É o sumo, o suco da rotina. Fazer poesia é unânime! Não carece estudo, treino. Poetar é inerente ao humano. Todos. Poesia é modo de enxergar. Entrelinhas, entre ruas. Entre paredes. Entre,…
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"Poesia é palavra que sobrevive ao tédio dos dias. E martela, ressonante. Até virar papel. É o sumo, o suco da rotina. Fazer poesia é unânime! Não carece estudo, treino. Poetar é inerente ao humano. Todos. Poesia é modo de enxergar. Entrelinhas, entre ruas. Entre paredes. Entre, entre, saia.. absolutamente tudo se faz poesia se apertar. Poesia é sumo da vida espremida"