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Frase de Paul Verlaine

CANÇÃO DO OUTONO Os soluços graves Dos violinos suaves Do outono Ferem a minh'alma Num langor de calma E sono. Sufocado, em ânsia, Ai! quando à distância Soa a hora, Meu peito magoado Relembra o passado E chora. Daqui, dali, pelo Vento em atropelo Seguido, Vou de porta em porta, Como a folha morta Batido...

Paul Verlaine

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Nota de autoria: Nota: Tradução: Alphonsus de Guimaraens

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Agora, livro meu, vai, vai para onde o acaso te leve.